Festival Circular 2014
02 set Residência artística de Filipe Caldeira para nova criação a estrear em 2015 imagem para Residência artística de Filipe Caldeira para nova criação a estrear em 2015 Residência artística de Filipe Caldeira no espaço do Teatro do Frio para a sua nova criação "O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)", a estrear em 2015, no Teatro Maria Matos (Lisboa).

Sinopse:
O cão que corre atrás de mim (e o avô Elísio à janela)" é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), onde há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.
“Caco, porque é que estás a trepar?” perguntava o meu avô Elísio.
“Porque me chamo Caco, Caco, Caco...” dizia eu a imitar o eco.
O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados.
Quero dizer, em cacos.
Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo.
Um nome que é um pedaço de uma coisa partida.
Mas é o meu. O meu nome peludo!


Criação e interpretação: Filipe Caldeira | Dramaturgia: Joclécio Azevedo | Texto original: Isabel Minhós | Som e objectos cénicos: Ana Guedes | Figurinos: Jordann Santos | Desenho e operação de luz: Miguel Carneiro | Produção Executiva e Difusão: Circular – Associação Cultural | Classificação etária: 3 a 5 anos | Agradecimentos: Teatro do Frio
Encomenda do Programa para Crianças e Jovens do Teatro Maria Matos

© Jordann Santos
13 nov Actividade "Arte como Farol" desenvolvida com escolas de Vila do Conde imagem para Actividade A Circular Associação Cultural iniciou em Novembro a actividade "Arte como Farol" dirigida por Magda Henriques e desenvolvida com turmas do ensino secundário das Escolas José Régio e Afonso Sanches de Vila do Conde, no Centro de Memória.

Este projecto parte da ideia da arte como elemento que, tal como um farol, nos ajuda a encontrar o nosso lugar, a situar-nos. Aponta caminhos possíveis, fortalece escolhas e pode até salvar. Torna visível, ilumina, o que frequentemente não vemos, seja o que está dentro de nós, o que está ao nosso lado ou nas profundezas da história da humanidade. Permite-nos sentir que não estamos sozinhos, que há outros que sentem, vêem, como nós, aqui ou no outro lado do mundo, hoje como ao longo dos tempos.
Começamos por fazer uma aproximação à arte, em particular à arte contemporânea. Exploramos a arte como meio de aproximação ao conhecimento da complexidade humana e como instrumento para reconhecermos questões, inquietações, que permanecem ao longo dos tempos e em geografias e culturas diversas.
Estes encontros estabelecem também aproximações à história da arte, do passado aos nossos dias, e andam de cá para lá e de lá para cá entre a história colectiva e a história de cada um de nós, entre a macro e a micro história.

© DR
15 nov Encontros Derivas: Para que serve a arte? Para que serve o conhecimento? | 15, 16 Nov imagem para Encontros Derivas: Para que serve a arte? Para que serve o conhecimento? | 15, 16 Nov 15 e 16 Novembro 2014 | Centro de Memória | Vila do Conde
10:00-13:00 | 15:00-18:00

Os Encontros Derivas estão de regresso no fim-de-semana de 15 e 16 de Novembro (sáb e dom) dedicados ao tema "Para que serve a arte? Para que serve o conhecimento?", com programação e coordenação de Magda Henriques.

Estes Encontros propõem uma reflexão alargada em torno de quatro sub-temas: "Conhecimento científico e dimensão poética", A História, a Arte e a Memória: porque é preciso não esquecer",  "Educação, Arte e Cidadania" e "Os artistas e os intelectuais em tempos sombrios".

15 Novembro (sáb)
10:00-13:00
I - CONHECIMENTO CIENTÍFICO E DIMENSÃO POÉTICA
Alexandre Quintanilha (Cientista)
Nuno Faria (Director Artístico do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Guimarães)
Luísa Veloso (Socióloga, Investigadora do CIES-IUL)
15:00-18:00
II - A HISTÓRIA, A ARTE E A MEMÓRIA: PORQUE É PRECISO NÃO ESQUECER
Manuel Loff (Historiador)
Rui Pereira (Investigador do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho)
Susana de Sousa Dias (Cineasta)

16 Novembro (dom)
10:00-13:00
III - EDUCAÇÃO, ARTE E CIDADANIA
Paula Garcia (Directora Adjunta Teatro Viriato)
Maria de Assis (Gestora Cultural)
Margarida Mestre (Artista e Educadora)
15:00-18:00
IV - OS ARTISTAS E OS INTELECTUAIS EM TEMPOS SOMBRIOS
Carolina Rito (Curadora e Investigadora)
Miguel Leal (Artista plástico e professor na FBAUP)
Filipe Silva (Músico)

Programação e coordenação: Magda Henriques

Preço: 5€ (2 dias) preço único