Festival Circular 2015
13 nov Derivas Artísticas: actividade escolar "Arte como Farol" e realização de documentário imagem para Derivas Artísticas: actividade escolar A Circular Associação Cultural iniciou em Novembro 2014 a actividade "Arte como Farol" dirigida por Magda Henriques e desenvolvida com turmas do ensino secundário das Escolas José Régio e Afonso Sanches de Vila do Conde, no Centro de Memória.

Este projecto parte da ideia da arte como elemento que, tal como um farol, nos ajuda a encontrar o nosso lugar, a situar-nos. Aponta caminhos possíveis, fortalece escolhas e pode até salvar. Torna visível, ilumina, o que frequentemente não vemos, seja o que está dentro de nós, o que está ao nosso lado ou nas profundezas da história da humanidade. Permite-nos sentir que não estamos sozinhos, que há outros que sentem, vêem, como nós, aqui ou no outro lado do mundo, hoje como ao longo dos tempos.
Começamos por fazer uma aproximação à arte, em particular à arte contemporânea. Exploramos a arte como meio de aproximação ao conhecimento da complexidade humana e como instrumento para reconhecermos questões, inquietações, que permanecem ao longo dos tempos e em geografias e culturas diversas.
Estes encontros estabelecem também aproximações à história da arte, do passado aos nossos dias, e andam de cá para lá e de lá para cá entre a história colectiva e a história de cada um de nós, entre a macro e a micro história.
Magda Henriques
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Encontra-se em curso a realização de um documentário em torno de Álvaro Laborinho Lúcio, dando particular atenção a ideias como: educação, arte e cidadania.
Estreia e exibição em Novembro de 2015.

Documentário "Álvaro"
Projecto "As palavras e os gestos. O tempo e o silêncio"
Concepção e coordenação: Magda Henriques
Realização: Eva Ângelo

Este documentário faz parte do programa de actividades pedagógicas, Derivas Artísticas, promovido pela Associação Cultural Circular, com direcção de Magda Henriques.

Mais informações brevemente disponíveis.


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27 jan Artista Residente: Joclécio Azevedo, João dos Santos Martins, Filipe Caldeira e Joana von Mayer Trindade imagem para Artista Residente: Joclécio Azevedo, João dos Santos Martins, Filipe Caldeira e Joana von Mayer Trindade O projecto "Artista Residente" propõe-se repensar possibilidades de colaboração entre artista e estrutura numa perspectiva de maior estabilidade, criando processos de diálogo que enriqueçam mutuamente as práticas de trabalho.
Tendo iniciado em 2012, com a associação do artista Joclécio Azevedo, dá-se agora continuidade à actividade com a inclusão dos artistas João dos Santos Martins, Filipe Caldeira e Joana von Mayer Trindade. A Circular Associação Cultural assegura a produção e a difusão dos trabalhos dos artistas associados.
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JOCLÉCIO AZEVEDO

"ESCOMBROS" de Joclécio Azevedo
Estreia Outubro 2015 Festival Internacional de Marionetas do Porto (FIMP)

Concepção: Joclécio Azevedo | Em colaboração com: Jonathan Uliel Saldanha, Jordann Santos | Interpretação: Catarina Miranda, Ece Canli, Joclécio Azevedo | Desenho e operação de luz: Miguel Carneiro | Apoio à residência: Teatro de Ferro, Companhia Instável | Produção executiva e difusão: Circular Associação Cultural | Co-produção: Festival Internacional de Marionetas do Porto e Circular Associação Cultural

"INTERMITÊNCIAS" de Joclécio Azevedo
Estreia 2016 Rivoli Teatro Municipal

Um projecto de: Joclécio Azevedo | Em colaboração com: Kubik aka Victor Afonso, Jérémy Pajeanc, Jordann Santos | Interpretação: André Mendes, Bruno Senune, Camila Neves, Joana Castro, Joclécio Azevedo | Desenho de luz e operação: Miguel Carneiro | Apoio à residência: Companhia Instável | Produção executiva e difusão: Circular Associação Cultural | Co-produção: Teatro Municipal do Porto - Rivoli e Circular Associação Cultural
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JOÃO DOS SANTOS MARTINS

"PROJECTO CONTINUADO (2015)" de João dos Santos Martins
Estreia 14 Fevereiro, 18:00 - Guidance - Festival Internacional de Dança Contemporânea (Guimarães)
20, 21 Fevereiro, 21:30 - Teatro Sá da Bandeira (Santarém)
27, 28 Fevereiro, 21:30 - Culturgest (Lisboa)

Um projecto de: João dos Santos Martins | Em colaboração com: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher| Composição para piano e performance ao vivo/piano: Simão Costa | Desenho de luz: Ricardo Campos | Produção: Associação Parasita | Apoio à produção e difusão: Circular Associação Cultural | Co-produção: Culturgest, Centro Cultural Vila Flor, CCN de Montpellier Languedoc-Roussillon no contexto do projecto Life Long Burning subsidiado pelo programa Cultura da União Europeia | Residências artísticas: CCN de Montpellier Languedoc-Roussillon, Centro de Criação de Candoso, EIRA, Musibéria, O Espaço do Tempo | Apoios: Câmara Municipal de Santarém/Teatro Sá da Bandeira, Santarém


"AUTO-INTITULADO (2015)" de João dos Santos Martins & Cyriaque Villemaux
Estreia Outubro 2015 Circular Festival de Artes Performativas
2016 Alkantara Festival

Um projecto de e por: Cyriaque Villemaux e João dos Santos Martins | Produção executiva e difusão: Circular Asociação Cultural | Co-produção: Circular Festival de Artes Performativas, Alkantara Festival | Residências artísticas: O Espaço do Tempo, Armazém 22
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FILIPE CALDEIRA

"O CÃO QUE CORRE ATRÁS DE MIM (E O AVÔ ELÍSIO À JANELA)" de Filipe Caldeira
Estreia Novembro 2015 Teatro Maria Matos (Lisboa)

Criação e interpretação: Filipe Caldeira | Dramaturgia: Joclécio Azevedo | Texto originalt: Isabel Minhós | Som e objectos cénicos: Ana Guedes | Figurinos: Jordann Santos | Desenho e operação de luz: Miguel Carneiro | Produção executiva e difusão: Circular Associação Cultural | Agradecimentos: Teatro do Frio
Encomenda do programa para Crianças e Jovens do Teatro Maria Matos


"A CAÇADA" de Filipe Caldeira
Estreia 2016 Circular Festival de Artes Performativas

Projecto de: Filipe Caldeira | Em colaboração com: Joclécio Azevedo, Laetitia Morais | Interpretação: a definir | Luz: MIguel Carneiro | Apoio à residência: Armazém 22 | Produção executiva e difusão: Circular Associação Cultural

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JOANA VON MAYER TRINDADE

"NAMELESS NATURES" de Joana von Mayer Trindade no âmbito do Estação Imagem
14 Abril, 21:30, Biblioteca Municipal de Viana do Castelo | Sala Couto Viana

Formação no Curso de Formação Avançada em Interpretação e Criação Coreográfica da Companhia Instável
21, 22 Abril, Porto

"CADÁVER ESQUISITO" intervenção site-specific para a comemoração do Dia Mundial da Dança
29 Abril, 14:00-15:00 16:30-17:00, Rivoli Teatro Municipal do Porto

"VELEDA" de Hugo Calhim Cristóvão & Joana von Mayer Trindade
9 Maio, 19:00 Praça D. João I, no âmbito do Corpo + Cidade, Festival de Performance Urbana (Porto)

Estreia de nova criação de Joana von Mayer Trindade no âmbito do Circular Festival de Artes Performativas (título a definir)
Outubro 2015, Vila do Conde



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02 fev Ciclo de seminários de História Dança, Teatro, Música e Crítica e Ideia da Arte na FLUP imagem para Ciclo de seminários de História Dança, Teatro, Música e Crítica e Ideia da Arte na FLUP Ciclo de Seminários na FLUP

Seminários de História da Dança, História do Teatro, História da Música e Crítica e Ideia da Arte na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP)

Iniciativa em parceria: Circular Associação Cultural, Faculdade de Letras da Universidade do Porto/Departamento de Ciências e Técnicas do Património/História da Arte e Forum Dança
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HISTÓRIA DA DANÇA COM EZEQUIEL SANTOS
27, 28 Fevereiro 2015
Sexta 18:00-22:00  |  Sábado 09:30-13:30 14:30-18:30
Faculdade de Letras da Universidade do Porto (sala 201)

HISTÓRIA DO TEATRO COM FRANCISCO FRAZÃO
20, 21 Março 2015
Sexta 18:00-22:00  |  Sábado 09:30-13:30 14:30-18:30
Faculdade de Letras da Universidade do Porto (sala 201)

HISTÓRIA DA MÚSICA COM RUI LEITÃO
10, 11 Abril 2015
Sexta 18:00-22:00  |  Sábado 09:30-13:30 14:30-18:30
Faculdade de Letras da Universidade do Porto (sala 201)

CRÍTICA E IDEIA DA ARTE COM ANTÓNIO GUERREIRO
15, 16, 22 e 23 Maio 2015
Sextas 18:30-21:30   | Sábados 10:30-13:30
Faculdade de Letras da Universidade do Porto (sala 201)

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HISTÓRIA DA DANÇA com Ezequiel Santos
Este seminário focaliza-se na dança teatral. Tomaremos como fonte de trabalho o texto Cartas sobre a dança, publicado por Jean Georges Noverre em 1760, a fim de refletirmos sobre os sistemas de representação associados aos géneros do ballet, da dança moderna e da dança contemporânea. Faremos igualmente menção aos contextos sociais, artísticos e locais que facilitaram as circunstâncias da criação e do pensamento ligadas a esta forma de arte, com destaque para a sua produção ao longo do século XX. Deste modo, pretende-se que o público interessado adquira conhecimentos e instrumentos de leitura sobre o património da dança para que a sua relação futura neste campo seja melhor informada.

Ezequiel Santos
Psicólogo e psicoterapeuta, docente na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril na área de ciências sociais e humanidades, docente convidado na Escola Superior de Dança em Lisboa em 2005/2006. Programador convidado pela EIRA para a 1ª edição do Festival  Cumplicidades a decorrer em Março de 2015. Concluiu o CMDC II do Forum Dança, em 1993, desenvolvendo desde então a sua actividade como pedagogo nas áreas da psicologia, comunicação, dança criativa e ainda como crítico de dança.
Foi intérprete dos coreógrafos Madalena Victorino, Rui Nunes e Francisco Camacho até 1996 apresentando-se em várias cidades europeias. Entre 1996 e 2006 trabalhou no Forum Dança como director do Núcleo de Apoio Coreográfico. Lecciona regularmente as disciplinas de História da Dança e Teoria da Dança e tem apresentado várias comunicações sobre dança na Europa e no Brasil.

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HISTÓRIA DO TEATRO com Francisco Frazão
I - Algumas definições (“What’s in a name?”) a partir de textos de Osório Mateus, J. Rancière, M. Fried, P. Brook, entre outros. Ideias de teatro, essência e especificidade. Teatro/literatura, teatro/performance, presença/representação, comunidade/separação. Modos de ver: de Édipo Rei a The Author de Tim Crouch. 
II - Sobre que é o teatro? Espectáculos recentes de Angélica Liddell, Teatro Praga, Forced Entertainment, Mariano Pensotti, Elevator Repair Service e Nature Theater of Oklahoma.
Encenação e dispositivo: autobiografia, ironia e sinceridade; narrativa e catálogo; experiência e duração; disjunção, heterogeneidade e ready-made.  

Francisco Frazão
Nasceu em 1978. Fez o curso de Línguas e Literaturas Modernas (Português/Inglês) da Faculdade de Letras de Lisboa, onde depois leccionou algumas cadeiras do curso de Artes do Espectáculo (História do Cinema, Cinema e Literatura, Argumento Cinematográfico). Está a preparar um doutoramento em Estudos Comparatistas. Colaborou com os suplementos Leituras e Mil Folhas do Público e Actual do Expresso e publicou artigos nas revistas Abril em Maio, Artistas Unidos eIntervalo. Integrou a comissão de leitura dos Artistas Unidos. Traduziu textos de Beckett, Pinter, Jon Fosse, Stephen Greenhorn, David Greig, Howard Barker e Tim Crouch. É programador de teatro da Culturgest.

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HISTÓRIA DA MÚSICA com Rui Leitão
A Música é uma disciplina que, desde sempre, se combina muito com as restantes artes. Mais recentemente, invade as nossas vidas, de manhã à noite, com origem nos mais variados suportes. Por estas razões, é uma ferramenta quase incontornável no desenvolvimento de projectos criativos nas áreas da comunicação e das artes do espectáculo. Por si só, reúne em seu torno uma panóplia de conhecimentos técnicos que coloca ao serviço de uma lista de estilos e funções inesgotável. Frequentemente, é tida como uma especialidade cuja abordagem só está ao alcance da erudição melómana, inibindo aqueles que dizem «não saber Música». Mas não tem de ser assim.
Este curto seminário propõe-se a reflectir sobre este «saber», tendo em vista os múltiplos propósitos dos agentes da cultura. Recorrendo à conversa e a documentação escrita, sempre apoiadas em registos de áudio e vídeo, percorre séculos de História sem juízos de gosto. Essencialmente focado na cultura ocidental, aborda de igual modo o repertório barroco e as vanguardas experimentalistas do pós-guerra, as valsas oitocentistas e as sonoridades electrónicas mais recentes. É uma introdução de fôlego em matéria de Música.

Rui Leitão
Formado em Musicologia, desenvolveu pontualmente a sua actividade artística no domínio das Artes do Espectáculo. Obteve o grau de Mestre na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas com a dissertação intitulada «A Paisagem Musical e Sonora da Cidade de Lisboa no Ano de 1890». Foi professor na Academia Superior de Orquestra da Metropolitana entre 2000 e 2010. Colabora com o Departamento de Dança da Faculdade de Motricidade Humana desde 1997, onde é actualmente Professor Auxiliar Convidado, e é desde 1996 formador dos cursos do Forum Dança, designadamente do curso de Gestão e Produção das Artes do Espectáculo (CGPAE) e, mais recentemente, do Programa de Estudo, Pesquisa e Criação Coreográfica (PEPCC). Exerce a profissão de musicólogo na AMEC / Metropolitana. Aí desenvolve conteúdos destinados ao funcionamento e à divulgação da actividade da Orquestra Metropolitana de Lisboa e dos múltiplos agrupamentos tutelados por aquela associação cultural. Desde 2007, tem vindo a desempenhar funções de assessoria junto das suas sucessivas direcções.
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CRÍTICA E IDEIA DA ARTE com António Guerreiro
O Romantismo (ou melhor, o primeiro Romantismo Alemão), com a sua teoria especulativa da arte, criou uma teoria estética onde é central o conceito de crítica: a crítica interna à arte (à própria obra, que integrou um princípio crítico e especulativo), enquanto medium da reflexão para o conhecimento de si, como Ideia; e a crítica de arte, enquanto discurso autónomo que está hoje ameaçado. É precisamente a teoria estética do Romantismo que forneceu as categorias e conceitos estéticos que estão na base das vanguardas do século XX e de grande parte da arte contemporânea (veja-se, por exemplo, a poderosa irradiação da noção de sublime, na nossa época) e que deu origem a um uso múltiplo da noção de "crítica". O programa deste curso consistirá então em acompanhar, no seu percurso histórico, o conceito de crítica que, desde o Romantismo, abre a arte à reflexão sobre si própria, perspectiva que obrigará também a que se aborde a disciplina que dá pelo nome de crítica de arte, que pode ser colocada a par da historiografia da arte e da estética e que desempenhou um papel fundamental nas instituições do mundo artístico.    


António Guerreiro
Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas (Português/ Francês). Foi ensaísta e crítico literário do semanário “Expresso”, actualmente é colaborador do Público/Ípsilon., publicou um volume de ensaios, O Acento Agudo do Presente (Cotovia, 2000). Tem colaboração dispersa em revistas e volumes colectivos e editou, com Olga Pombo e António Franco Alexandre, Enciclopédia e Hipertexto (Editora Duarte Reis, 2006). Fundou com José Gil, Silvina Rodrigues Lopes a revista Elipse. Walter Benjamin e Aby Warburg (sobre os quais tem vários artigos publicados) são os dois pontos fortes do seu trabalho nos últimos anos.

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Preço: 40€/cada seminário
Desconto 20% estudantes Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Desconto 10% na inscrição em mais do que um seminário

Inscrição: prazos limite de inscrição - Seminário Crítica 8 Maio | Envio de email com nome e contacto telefónico para forumdanca@forumdanca.pt

Para mais informações: www.forumdanca.pt 
www.circularfestival.com

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