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Outras Actividades
Derivas Artísticas - Programa de Actividades Pegagógicas
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Projecto: CAPITAL = CRIATIVIDADE - A CIRCULAR ENTRE A ESCOLA, O BAIRRO, A CIDADE E O MUNDO

Esta actividade decorre de um trabalho já iniciado com alunos abrangidos pelo Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF) da Escola EB 2/3 Frei João de Vila do Conde.

Explora-se aqui a noção de arte enquanto processo físico e mental e enquanto estratégia permanente de relacionamento com a realidade. A arte é abordada na sua vertente lúdica e enquanto possibilidade de transformação do indivíduo, permitindo-lhe acumular conhecimento, recontextualizar e reinterpretar experiências e construir uma visão mais ampla de si e do(s) outro(s). Recorrendo a uma abordagem multidisciplinar, e através de percursos pela escola, pelo bairro e pela cidade, orientados pelos alunos, propõe-se um trabalho a partir das experiências dos participantes no sentido de se afirmarem criticamente enquanto voz de uma realidade. Pensando, repensando, construindo e afirmando a sua identidade enquanto indivíduos e membros de um colectivo. Deseja-se a materialização deste processo na criação de uma rádio cuja programação é da responsabilidade conjunta de alunos e da equipa de orientadores, estendendo-se esta materialização a intervenções plásticas, sonoras, escritas e performativas. 

Parceria: Programa para a Inclusão e Cidadania (PIEC) e Escola EB 2/3 Frei João

Destinatários: alunos do Programa Integrado de Educação e Formação e restante comunidade escolar que se queira associar.

Formadores: Magda Henriques e Filipe Silva

Duração: Ano lectivo 2011/12 

Objectivos

- Explorar o potencial de transformação da arte

- Usar a arte como instrumento de conhecimento do eu/outro

- Integrar a arte no quotidiano

- Exercitar a criatividade

- Promover a criatividade como meio de expressão e afirmação da identidade

- Desenvolver a consciência de que o exercício intelectual exige esforço mas que a prática do mesmo se traduz em força e prazer

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Projecto: EU, UM PALIMPSESTO

Esta actividade contempla uma componente teórica e uma componente prática que se desenvolvem em torno das noções de identidade, auto-retrato e autobiografia. O eu é um palimpsesto na medida em que nos escrevemos sobre aquilo que escrevemos antes. Um diálogo contínuo entre as heranças “genético-familiares” e as influências do meio (tempo, espaço, cultura). Exploram-se e cruzam-se linguagens variadas que se aproximam do pensar e do fazer da performance.  

Formador: António Júlio e Magda Henriques 

Parceria: Escola Secundária D. Afonso Sanches

Duração: Outubro a Dezembo 2011



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ENCONTROS DERIVAS "PARA QUE SERVEM A ARTE E O CONHECIMENTO EM GERAL?" 2011



15 Abril | convidado: 
António Pinto Ribeiro
20 Maio | convidado: Ana Luísa Amaral
3 Junho | convidado: António Victorino d´Almeida * 
14 Outubro | convidado: 
Madalena Victorino
18 Novembro | convidado: Alexandre Quintanilha

22:00 - 23:30 | Centro de Memória, Vila do Conde

este Encontro decorrerá excepcionalmente no Centro Municipal da Juventude (Av. Júlio Graça, Vila do Conde)



Para muitos, uma das especificidades da arte é a sua inutilidade.

A arte e as ciências são formas de aproximação e exploração do mundo. Instrumentos para conhecê-lo. Através da arte podemos dizer o que as palavras no quotidiano não sabem ou não podem. É frequente os artistas afirmarem, a propósito das suas obras, que as explicações sobre elas são sempre outra coisa e que o que querem dizer lá está dito.
Sabemos que a cultura não nos salva. Aliás, Tarkovsky afirma que "a arte não pode ensinar nada a ninguém, uma vez que, em milhares de anos, a humanidade não aprendeu absolutamente nada".
A arte pode ser uma forma de alimento.
Estes encontros continuam a resultar da crença na possibilidade da arte e do conhecimento em geral poderem contribuir para a criação e afirmação de sentidos para a vida; poderem ajudar a exercitar o lugar do outro; poderem representar lugares de amizade; poderem ser meios preciosos de combate ao tédio.
É entre o sentido da realidade e o sentido da possibilidade que nos queremos colocar. É a possibilidade que nos orienta sem nos afastarmos da experiência vivida.
Tomando as palavras de Arnaldo Antunes, na lua letra Comida
"A gente não quer só comida,
A gente quer comida,
Diversão e arte
A gente quer por inteiro
E não pela metade"

Porque há coisas que não conseguimos guardar só para nós, este é um lugar onde a partilha continua a acontecer. Gostamos de conversar e consideramos esse exercício como uma das mais belas actividades humanas e assim desejamos que a conversa possa aqui fluir.
Porque gostamos dos encontros imprevisíveis, convocamos, nesta deriva pela topografia da arte e do conhecimento,a imagem da esquina como impulso para a imprevisibilidade, a revelação, o espanto - um livro que leva a um filme; um filme que cruza com uma música; uma música que encontra um poema; um poema que indica um documentário... de um a outro convidado... de conversa em conversa.

Foram já convidados dos Encontros: valter hugo mãe, Tolentino de Mendonça, Alberto Carneiro, Frei Bento Domingues, Carlos Fiolhais, Álvaro Laborinho Lúcio, Miguel Bonneville, António Júlio e Cristina Grande.


Concepção e orientação: Magda Henriques


Preço único/sessão: 3€


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BIOGRAFIAS

António Pinto Ribeiro tem formação académica nas áreas da Filosofia, Ciências da Comunicação e Estudos Culturais. É nestas áreas que tem desenvolvido trabalho de investigação e de produção teórica publicado em revistas da especialidade. 
É professor-conferencista de várias universidades internacionais. A par da sua actividade de investigador e de professor tem tido uma prática de programação artística e de gestão cultural com a organização de vários programas, festivais e exposições nacionais e internacionais. Foi director artístico da Culturgest (centro cultural em Lisboa) desde a sua criação, em 1992 até Abril de 2004. Foi programador geral do fórum cultural O Estado do Mundo (2006/2007) na Fundação Calouste Gulbenkian, coordenador do Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística (2004-2008) e programador geral do Programa Gulbenkian Distância e Proximidade (2008). Actualmente coordena o Programa Gulbenkian Próximo Futuro, até 2011. Da sua obra publicada destacam-se: A Dança da Idade do Cinema (1991), Dança Temporariamente Contemporânea (1994), Por Exemplo a Cadeira - Ensaio Sobre as Artes do Corpo (1997), Corpo a Corpo - Sobre as Possibilidades e os Limites da Crítica (1997), Ser Feliz é Imoral? - Ensaios Sobre Cultura, Cidades e Distribuição (2000) e À Procura da Escala - cinco exercícios disciplinados sobre cultura contemporânea (2009).  [site]

Ana Luísa Amaral ensina Literatura Inglesa no Departamento de Estudos Anglo-Americanos da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É doutorada em Literatura Norte-Americana com uma tese sobre Emily Dickinson. Autora de livros de poesia e livros infantis, contam-se, entre a sua obra, Minha Senhora de Quê, Coisas de Partir, Epopeias, Muitos os Caminhos, Às Vezes o Paraíso e Poesia Reunida. É autora, com Ana Gabriela Macedo do Dicionário de Crítica Feminista e preparou a edição anotada de Novas Cartas Portuguesas de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa.

António Victorino d´Almeida fez o curso de piano do Conservatório de Lisboa e diplomou-se na Academia de Viena (1968), onde estudou regência de orquestra e música electrónica. Compôs peças para piano e para orquestra, bem como uma cantata sobre Os Lusíadas. Escreveu o romance Coca Cola Killer (1981) e tem também exercido actividades como crítico e realizador de programas culturais para rádio e televisão. No cinema, destaca-se com o filme A Culpa (1980). [site]

Madalena Victorino é coreógrafa, professora e programadora. Estudou e formou-se em dança contemporânea, composição coreográfica e pedagogia das artes no The Place London School of Contemporary Dance, no Laban Centre/Goldsmiths College, University of London e na Exeter University nos anos 70 e 80 no Reino Unido. Desde então vive em Portugal e nestas últimas três décadas, o seu trabalho tem-se evidenciado pela criação de muitos projectos culturais e artísticos de dimensão comunitária, que sempre se vocacionam para a aproximação entre discurso e prática artística e a sociedade em geral. Interessa-se também pelo público jovem e cria no Centro de Pedagogia e Animação do Centro Cultural de Belém entre 1996 e 2008, o primeiro espaço em Portugal de programação de fruição artística internacional para um público jovem. Lecciona em várias instituições de Ensino Superior. Cria múltiplas peças coreográficas que frequentemente envolvem pessoas de idades  e experiências de vida muito diferentes e intérpretes profissionais. Tem ganho vários prémios com os seus projectos. O seu trabalho é reconhecido pela sua carga humanística. Vive preocupada com a importância da educação artística de cada e todas as pessoas.


Alexandre Quintanilha nasceu em Lourenço Marques (Maputo) a 9 de Agosto de 1945 e aí completou o ensino secundário.
Licenciou-se em Física Teórica pela Universidade de Witwatersrand na África do Sul, a mesma que lhe concedeu o grau de Doutor em Física do Estado Sólido, em 1972.
A partir daí, decidiu dedicar-se à Biologia, na Universidade da Califórnia, onde permaneceu quase 20 anos. 
Em Berkeley, criou o Centro de Estudos Ambientais, e desenvolveu investigação na área do stress. Esteve intimamente envolvido na criação do novo acelerador de investigação (Advanced Light Source) e de vários programas doutorais inter-disciplinares.
Como director assistente no Lawrence Berkeley National Laboratory, secção de Energia e Ambiente, e como professor de fisiologia celular orientou o trabalho de muitos jovens nestas áreas de investigação. Vem para Portugal em 1991 como director do Centro de Citologia Experimental da Universidade do Porto e professor no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS).
Criou o Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), presidiu durante vários anos ao Instituto de Engenharia Biomédica (INEB) e dirigiu, durante dez anos, o Laboratório Associado que integrou estes dois institutos. Actualmente preside ao Conselho de Gestão e Orientação do consórcio I3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde), que, inclui, para além do IBMC e do INEB, também o IPATIMUP.
Publicou mais de cento e vinte artigos em várias revistas científicas internacionais, foi editor/autor de 6 volumes em áreas da Biologia e Ambiente, foi consultor redactorial da Enciclopédia de Física Aplicada e escreveu dezenas de artigos e relatórios em livros, revistas e jornais de divulgação, sendo ainda coordenador e autor de vários trabalhos nas áreas da Biologia, Ambiente e Física Aplicada.
Presidiu a inúmeros grupos de trabalho na European Science Foundation (ESF), na Comissão Europeia, na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e é membro de várias sociedades científicas e também do Conselho para Investigação e Exploração da National Geographic Society.
Presentemente, os seus interesses científicos são o stress biológico, o risco e a divulgação da ciência. É Secretário do Conselho dos Laboratórios Associados e presidente do Conselho de Ética para a Investigação Clínica.



 

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Actividades Passadas

DERIVAS ARTÍSTICAS | PROGRAMA DE ACTIVIDADES PEDAGÓGICAS (1ª edição)

DERIVAS ARTÍSTICAS | PROGRAMA DE ACTIVIDADES PEDAGÓGICAS (2ª edição)


DERIVAS ARTÍSTICAS | PROGGRAMA DE ACTIVIDADES PEDAGÓGICAS (3ª edição)
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INFORMAÇÕES
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INFORMAÇÕES 

Tm 96 749 04 71

info@circularfestival.com
www.circularfestival.com


LOCAL DE REALIZAÇÃO


Centro de Memória

Largo de S. Sebastião

4480-706 Vila do Conde
(Ver mapa)

COMO CHEGAR

Carro
A28 (Porto – Viana do Castelo), Saída 15 – Vila do Conde seguir pela N 206 em direcção a Vila do Conde, na 2ª rotunda seguir pela 3ª saída para N 13/Rua 5 de Outubro - Parque de Estacionamento: Praça de S. João (gratuito).

Metro
Linha B (vermelha) até à estação de Sta Clara.




Iniciativa

Circular Associação Cultural

Parceria

Câmara Municipal de Vila do Conde
Centro de Memória

Estrutura finaciada pelo
Ministério da Cultura/Direcção-Geral das Artes