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foto para Membrana João Pais Filipe e Mónica Baptista Membrana 18 Set - 06 Nov 
(Seg - Sáb | 14:00 - 18:00)
Solar - Galeria de Arte Cinemática   Exposição

Inauguração + performance: 18 Set | Sáb | 17:30 

Performance: 6 Nov | Sáb | 17:30  
foto para Membrana
Membrana
João Pais Filipe e Mónica Baptista
Membrana é o que separa, o que protege e também o que vibra. É da simbiose entre matérias e ritmos que surge a exposição de João Pais Filipe (som, gongos) e Mónica Baptista (fotografia, filme). Numa cadência de salas escuras, imagens em diálogo com as esculturas sonoras convocam-nos para uma experiência em que o som e a luz, ambos de natureza vibratória, nos conduzem por uma deriva rizomática.
Esta obra resulta de uma residência artística no Uganda em 2019 que antecedeu o festival Nyege Nyege.
— João Pais Filipe e Mónica Baptista

Música e esculturas sonoras: João Pais Filipe | Filme e fotografia: Mónica Baptista | Desenho de som: José Arantes | Co-produção: Circular Festival de Artes Performativas, Curtas Metragens CRL / Solar - Galeria de Arte Cinemática | Agradecimentos: António Gonçalves, Fernando Coutinho

joao-pais-filipe.tumblr.com | vimeo.com/monicabaptista | www.laia.pt

Biografias

Fotografia © DR
18 Set - 06 Nov
(Seg - Sáb | 14:00 - 18:00)
Solar - Galeria de Arte Cinemática (Rua do Lidador, 147 - Google Maps)  
Exposição

Inauguração + performance: 18 Set | Sáb | 17:30

Performance: 6 Nov | Sáb | 17:30
 
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M/6 | Entrada livre
foto para Calçada Volmir Cordeiro  Calçada 18 Set | Sáb | 21:00
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Sala 1
Dança
foto para Calçada
Calçada
Volmir Cordeiro 
"Calçada", peça para seis intérpretes, é uma maneira de evocar a metamorfose como a forma possível e única de conquistar a liberdade. Devolvendo ao "devir" a sua energia, "Calçada" investe a alegria como uma forma de expansão individual e colectiva. Depois de ter criado "Rua", com Washington Timbó, em 2015, Volmir Cordeiro aborda agora a calçada enquanto espaço privilegiado de circulação de mundos, de trabalho, de norma, de contacto, de festa, de estagnação. Na busca contínua por estados de corpo contraditórios — estratégia recorrente no seu trabalho — a pesquisa em "Calçada" pretende "quebrar os impasses", criar condições para que as coisas passem, e assim, autorizar a passagem como uma tentativa de celebração. Uma cena de trabalho, um cortejo que não nega a sua vulgaridade, depois um passeio desordenado que nos leva até um transe de caminhadas. Para fugir da impotência e da exclusão que governam uma certa tragédia do mundo actual, os intérpretes não param de se transformar, de se mascarar e desmascarar, de se deixarem levar para fora de si mesmos através da experiência comum de um êxtase passageiro.


Ficha artística/ técnica:
Coreografia: Volmir Cordeiro | Intérpretes: Volmir Cordeiro, Martin Gil, Isabela Santana, Marcela Santander Corvalán, Anne Sanogo, Washington Timbó | Direcção Técnica: Aliénor Lebert  | Assistência de Direcção: Bruno Pace | Desenho de Luz: Abigail Fowler | Desenho de Som: Arnaud de la Celle | Concepção de Figurinos: Volmir Cordeiro | Figurinos: Vinca Alonso & Volmir Cordeiro com a participação dos intérpretes | Olhar Externo: Carolina Campos, Adeline Fontaine, Kiduck Kim | Estagiários: Garance Debert, Léa Lourmière | Agradecimentos: Charlotte Imbault, Chloé Perol, Bruno Pace, Joy Noire, Nadine Noret | Agradecimento especial: Henry Pillsbury | Produção: Donna Volcan | Administração, difusão, produção: MANAKIN Lauren Boyer & Leslie Perrin | Fotos: Arthur Crestani | Co-produção: CND Centre national de la danse; Le Musée de la Danse/Centre chorégraphique national de Rennes et de Bretagne, dans le cadre de la mission Accueil-studio; Charleroi Danse – Centre Chorégraphique de la Fédération Wallonie – Bruxelles; Ateliers Médicis - Clichy-sous-Bois / Montfermeil; King’s Fountain; Le Dancing CDCN Dijon Bourgogne-Franche-Comté; La Place de la Dance, CDCN Toulouse - Occitanie; ICI—CCN Montpellier - Occitanie / Direction Christian Rizzo | Apoio: Ecole Nationale Supérieure d’Art de Dijon; Actoral, festival international des arts et des écritures contemporaines; Département de la Seine-Saint-Denis; DRAC Île-de-France au titre de l’aide à la structuration
Agradecimentos Circular Festival: Curtas Metragens CRL, Fundação de Serralves, Filipe Pinheiro, Emanuel Pina

volmircordeiro.com | YouTube | manakinprod.fr/artists/volmir-cordeiro

Teaser



Biografia

Data e local de estreia: Setembro, 2019, Actoral, festival international des arts et des écritures contemporaines

Fotografia © Fernanda Tafner
18 Set | Sáb | 21:00
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Sala 1  (Avenida Dr. João Canavarro - Google Maps)
Dança

Estreia Nacional
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M/6 | 70' | 5 €

Bilhetes e reservas | Informações
foto para CZN CZN CZN 18 Set | Sáb | 22:30
Auditório Municipal de Vila do Conde
Música
foto para CZN
CZN
CZN
Os acasos, como o ritmo, repetem-se e não raramente seguem padrões — às vezes com o intuito claro de os quebrar. Quando, em 2017, a convergência dos dois percussionistas prodígio João Pais Filipe e Valentina Magaletti levou à criação de CZN, a repetição de acontecimentos ficou inscrita nos destinos dos músicos, tal como os eventos que resultariam nos capítulos que sucederiam The Golden Path (2018). A forma como estes se desenrolariam, contudo, é apenas um eco dos passos anteriores, modulado pela constante evolução dos seus intervenientes.

Commutator é uma metáfora do processo que guia os CZN (ou copper-zink-nickel, os metais que compõem as esculturas sonoras, ou instrumentos com dimensão visual, de João Pais Filipe): uma convergência de percussionistas que trilha direcções além dos caminhos óbvios através do apontar de coordenadas a evitar. Os tempos óbvios, a repetição de cadências, o fixar de um ritmo e o desígnio de os evitar são a matéria que liga Valentina Magaletti, João Pais Filipe e Leon Marks neste registo, onde o ritmo é antítese de dança, onde a possibilidade de decorar gestos se dilui nos movimentos dos percussionistas e as texturas melódicas do produtor mergulham nos timbres da parafernália singular dos três músicos.

O resultado será, inevitavelmente, a antítese da regra, sendo a norma de evitar. O aborrecimento não faz parte da música dos CZN, a circularidade só entra na equação por via de rodas dentadas e da sua relação simbólica-simbiótica, de uma química análoga à combinação de metais que marcam o som do trio. Numa sucessão de avanços seguros e hesitações clínicas sobre sons ambientais, Commutator é mais do que um tento novo para cada um dos músicos que dele fazem parte; é um documento de valor perene, esdrúxulo e com vida própria.


Percussão: João Pais Filipe | Percussão: Valentina Magaletti


czndrums.bandcamp.com 

Biografias

Fotografia © Renato Cruz Santos
18 Set | Sáb | 22:30
Auditório Municipal de Vila do Conde (Praça da República - Google Maps)
Música
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M/6 | 50' | 5 €

Bilhetes e reservas | Informações
foto para She gave it to me I got it from her Clara Amaral She gave it to me I got it from her 24 Set | Sex | 15:45, 17:00
25 Set | Sáb | 11:00, 12:00, 14:10, 15:10, 16:10, 17:10
Centro de Memória
Performance
foto para She gave it to me I got it from her
She gave it to me I got it from her
Clara Amaral
um poema que coreografa as mãos e a voz dela
a voz dela que lê em voz alta
o livro
tornado guiāo
tornado performance
tornado arquivo

a permanência da voz dela no livro
no livro
a presença e ausência do nome delas

She gave it to me I got it from her
é um livro e uma coreografia, lida em voz alta e manuseada por uma intérprete, para um
grupo de pessoas.


Ficha artística/ técnica:
Escrito e interpretado por: Clara Amaral | Conceito: Clara Amaral com Karoline Świeżyński | Design Gráfico e co-editoras: Karoline Świeżyński e Ronja Andersen | Conceptualização de objetos: Olga Micińska com Clara Amaral | Construção de objectos: Olga Micińska | Editor: Kunstverein Amsterdam | Produção do livro apoiada por: Mondriaan Fund Publication Grants | Produtores: Veem House for Performance, Alkantara, Teatro do Bairro Alto | Residências: Workspacebrussels, Veem House for Performance, Circular

Clara Amaral é apoiada pelo estipêndio Kunstenaar Start do Mondriaan Fund (2021 — 2022).

claraamaral.tumblr.com  |  misted.cc

Biografia


Fotografia © DR
24 Set | Sex | 15:45, 17:00
25 Set | Sáb | 11:00, 12:00, 14:10, 15:10, 16:10, 17:10
Centro de Memória (Largo de São Sebastião, 4480-754 Vila do Conde - Google Maps)
Performance

Ante-estreia
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M/14 | 45' | 5 € 

Performance falada em inglês   

- Lotação limitada

Bilhetes e reservas | Informações
foto para Lançamento de CD com gravações de Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca Peixinho Patriarca Percussão por Drumming GP Lançamento de CD com gravações de Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca 24 Set | Sex | 21:00
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Salão Nobre
Música
foto para Lançamento de CD com gravações de Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca
Lançamento de CD com gravações de Jorge Peixinho e Eduardo Luís Patriarca
Peixinho Patriarca Percussão por Drumming GP
Jorge Peixinho, bebendo do alargamento das possibilidades sonoras e transformações de paradigmas que o séc. XX trouxe, deixou-nos preciosos exemplos da sua criatividade como as duas peças electroacústicas “Electronicolírica” e “A Floresta Sagrada”. No plano da percussão e no formato desenvolvido de ensemble, dedica somente uma obra no seu catálogo, “Morrer em Santiago”, envolta numa carga de ideologia política, com a honestidade de quem defende e assume o que pensa, dedicando a obra a Salvador Allende.
“Empty Time/ Empty Space” de Eduardo Luís Patriarca surge como uma reflexão ao imaginário de Peixinho. Assume a instrumentação da obra correspondente, alterando no mínimo o conjunto instrumental. Reestruturam-se líricas, preocupações humanas e espirituais, num caminho de impermanência dos materiais e na vacuidade dos mesmos.
— Eduardo Patriarca

Programa:
Kado —  Eduardo Patriarca (para Marimba-caixas chinesas e electrónica, 10')
Electronicolírica (1979) —  Jorge Peixinho (para electrónica, 8')
Study for Marimba and Bongos* — Camila Salomé Menino

Conversa com Eduardo Luís Patriarca, Miquel Bernat, Daniel Moreira, Paulo Vasques e Dina Magalhães.

*Estreia absoluta


Ficha artística/ técnica:
Direcção musical
: Miquel Bernat | Interpretação: Jorge Lima, Pedro Góis (percussão) | Co-edição CD Peixinho Patriarca Percussão: Drumming GP, Circular Festival de Artes Performativas | Apoios edição: GDA, TMP

www.drumming.pt

Biografia

Fotografia © Susana Neves
24 Set | Sex | 21:00
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Salão Nobre (Avenida Dr. João Canavarro - Google Maps)
Música
 
Conversa com Eduardo Luís Patriarca, Miquel Bernat, Daniel Moreira, Paulo Vasques e Dina Magalhães
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M/6 | 60' | Acesso gratuito - Reservas (consultar “Bilhetes e reservas”)

foto para a fala da racha Raul Maia a fala da racha 24 Set | Sex | 22:30
25 Set | Sáb | 21:00
Auditório Municipal de Vila do Conde
Dança
foto para a fala da racha
a fala da racha
Raul Maia
a racha divide o que unido seria

Partimos de um lugar teatral para um processo coreográfico de fragmentação de linguagens: física, textual, sonora e dramatúrgica. Convida-se o olhar a um exercício onírico e paradoxal, de tentativa de conciliação entre o fragmento e o todo criado artificialmente a partir de relações formais entre as partes. Um enigma performativo, materializado na fricção entre a forma e o conteúdo.

Ficha artística/ técnica:
Direcção artística e interpretação: Raul Maia | Som: Raul Maia/Alex Kasses | Desenho de luz: Frederico Lobo/Raul Maia | Espaço cénico: Raul Maia/Ana Renata Polónia | Manipulação de objectos: Ángela Diaz Quintela | Texto: Raul Maia | Produção: Raul Maia | Co-produção: Festival Circular Vila do Conde, WUK Performing Arts | Apoio: Fundação Calouste Gulbenkian, MA7 city of Vienna | Residência Artística: Teatro Municipal do Porto, Festival DDD | Agradecimentos Circular Festival: Joclécio Azevedo

Biografia

Fotografia © Raul Maia
24 Set | Sex | 22:30
25 Set | Sáb | 21:00
Auditório Municipal de Vila do Conde (Praça da República - Google Maps) Dança

Estreia Absoluta
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M/16 | 60' | 5 € 

Bilhetes e reservas | Informações
foto para Ensaio de decifração de um enigma: A poesia dramática é a causa finalis da vida humana e do mundo (Goethe) | Questões Práticas Maria Filomena Molder Ensaio de decifração de um enigma: A poesia dramática é a causa finalis da vida humana e do mundo (Goethe) | Questões Práticas 25 Set | Sáb | 14:30-16:30
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Sala 2
Conferência
foto para Ensaio de decifração de um enigma: A poesia dramática é a causa finalis da vida humana e do mundo (Goethe) | Questões Práticas
Ensaio de decifração de um enigma: A poesia dramática é a causa finalis da vida humana e do mundo (Goethe) | Questões Práticas
Maria Filomena Molder
Desde que encontrei esta frase de Goethe escrita a 3 de Março de 1785, algum tempo antes da sua viagem a Itália, numa carta à Senhora von Stein, não mais deixei de me bater com ela.
Nela observo uma compreensão do mundo e da nossa vida que não cede o lugar a nenhuma outra. Não que a vida humana e o mundo sejam teatro, mas eles formam tramas e tramas sobrepondo-se, agindo umas sobre as outras, criando personagens vários, cuja dramaturgia se engendra nas várias temperaturas das acções: caldarium, temperarium, frigidarium, como nas termas romanas. Assim o teatro move a vida humana e o mundo, ele é um atractor.

Alguns aspectos e autores que serão chamados à cena:
— o teatro como uma expressão do olhar para si própria de uma cultura: teatro e crise;
— a relação entre filosofia e tragédia (Platão e Aristóteles);
—  o nascimento/origem da tragédia e o Trauerspiel (Benjamin e Nietzsche);
— ver a nossa própria vida como uma peça de teatro vista por alguém (Wittgenstein). Os jogos de linguagem como as formas dramáticas da nossa vida. Primeiro jogo: aprender a falar.

Público-alvo: Estudantes do ensino superior ou profissional, nomeadamente de áreas ligadas à dramaturgia, coreografia e outras disciplinas artísticas, programadores e gestores culturais, professores, público geral.

Questões práticas
O ciclo “Questões práticas” configura-se em torno de encontros, conversas e performances que pretendem dar a conhecer práticas de investigação, escrita, performance, pensamento e transmissão de conhecimento. Cada encontro funciona como um exercício de activação do imaginário social, poético e político dos participantes e dos convidados, procurando intersecções entre práticas artísticas e não artísticas. Organizado em torno de momentos separados no tempo, mas articulados entre si, este ciclo utiliza diferentes formatos de apresentação e protocolos de participação, promovendo o envolvimento e o cruzamento de públicos com interesses diversificados.

Coordenação Questões Práticas: Joclécio Azevedo | Iniciativa no âmbito do Programa Educativo da Circular Associação Cultural

Biografia

Fotografia © José Bértolo
25 Set | Sáb | 14:30-16:30
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Sala 2  (Avenida Dr. João Canavarro - Google Maps)
Conferência
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5 €

Bilhetes e reservas | Informações
foto para Lançamento da edição #5 do Jornal Coreia Performance Ehera Noara (2020) de Hwayeon Nam, dançada por Ji-hye Chung e filme Against Waves Lançamento da edição #5 do Jornal Coreia 25 Set | Sáb | 17:30
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Salão Nobre
Edição/Performance
foto para Lançamento da edição #5 do Jornal Coreia
Lançamento da edição #5 do Jornal Coreia
Performance Ehera Noara (2020) de Hwayeon Nam, dançada por Ji-hye Chung e filme Against Waves
Coreia é um projecto editorial de carácter artístico, crítico e discursivo, a propósito das artes em geral, firmado numa relação umbilical com a dança, preocupado em divulgar formatos vários como partituras, manifestos, entrevistas, crónicas, ensaios, críticas e reflexões em língua portuguesa. O jornal tem uma tiragem semestral de 3000 exemplares com distribuição gratuita por todo o país.

A edição #5 conta com contribuições de Alice Dusapin & Christophe Wavelet, Anna Halprin, Bruno Zhu, Dani Issler, Gaya Medeiros, Henrique Neves & Sara Wookey, Hwayeon Nam, Leandro Souza, Leticia Skrycky, Min Kyoung Lee, Paula Caspão, Raimund Hoghe e Sara Graça.

O lançamento do número #5, apresentado pelo seu editor, João dos Santos Martins, será acompanhado da projecção do filme "Against Waves" e da performance "Ehera Noara" da artista sul-coreana Hwayeon Nam, interpretada por Ji Hye Chung, activando o arquivo de uma das precursoras da dança moderna coreana Choi Seung Hee.

Performance "Ehera Noara" (2020)
Direcção: Hwayeon Nam | Dramaturgia: Kim Jae Lee | Performance: Ji Hye Chung | Música: Jowall

Filme "Against Waves"
2019, single-channel video, 14min 53sec

Ficha artística/ técnica Jornal Coreia:
Direcção editorial
: João dos Santos Martins | Design gráfico: Isabel Lucena | Contribuição #5: Alice Dusapin & Christophe Wavelet, Anna Halprin, Bruno Zhu, Dani Issler, Gaya Medeiros, Henrique Neves & Sara Wookey, Hwayeon Nam, Leandro Souza, Leticia Skrycky, Min Kyoung Lee, Paula Caspão, Raimund Hoghe, Sara Graça | Tradução: José Maria Vieira Mendes, Patrícia Silva, Joana Frazão, Sara Godinho | Revisão: Pedro Cerejo | Transcrição: Cyriaque Villemaux | Edição, produção e distribuição: Associação Parasita, Circular Associação Cultural | Site: Sara Orsi | Apoios: Atelier-Museu Júlio Pomar, Linha de Fuga, Devir Capa | Agradecimentos: Luca Giacomo Schulte, Ricardo Valentim, Stephanie Earle

www.coreia.pt

Biografias

Fotografia de imprensa de "Ehera Noara" de Seung-hee Choi, 1933, em "The Century’s Beauty Dancer Choi Seung-hee", pp. 178-179 © Gim Ikhyun

25 Set | Sáb | 17:30
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Salão Nobre  (Avenida Dr. João Canavarro - Google Maps)
Edição/Performance
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M/6 | 60' | Acesso gratuito - Reservas (consultar “Bilhetes e reservas”)

A performance e o filme são falados em inglês e coreano, sem tradução em português
foto para Pienso casa, digo silla Los Detectives Pienso casa, digo silla 25 Set | Sáb | 22:30
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Sala 1
Teatro
foto para Pienso casa, digo silla
Pienso casa, digo silla
Los Detectives
"Pienso casa, digo silla" centra-se nas experiências das visionárias da Idade Média, em especial na figura de Hildegard Von Bingen, para nos perguntarmos o que significa acreditar no nosso mundo dessacralizado. O que é a experiência visionária e como poderia ser traduzida no mundo contemporâneo? Este trabalho gira em torno do potencial da fé e o que significa render-se completamente para accionar a mente do espectador. Um ritual em que três mulheres evocam a experiência mística por meio de posses catárticas, danças anacrónicas, visões e canções da vida após a morte.

Ficha artística/ técnica

Ideia e criação
: Mariona Naudin, María García Vera, Marina Colomina e Amaranta Velarde | Interpretação: Mariona Naudin, María García Vera, Laia Cabrera | Mentoria: Sofía Asencio | Design de som: Pablo Schvarzman | Design de luz: Daniel Miracle | Apoios: La Caldera, ARTAS collective linked to La Poderosa, Antic Teatre, El Graner, Festival Salmon, Festival Grec Barcelona | Apoio: Acción Cultural Española
Acción Cultural Española (AC/E) apoia o Circular 2021 através do Programa para la Internacionalización de la Cultura española (PICE), na modalidade de Mobilidade.

Data e local de estreia: Julho 2019, Festival Grec Barcelona – Antic Teatre 

www.losdetectives.org

Teaser


Biografias

Fotografia © Mila Ercoli
25 Set | Sáb | 22:30
Teatro Municipal de Vila do Conde
— Sala 1  (Avenida Dr. João Canavarro - Google Maps)
Teatro

Estreia Nacional
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M/16 | 60' | 5 €

Espectáculo falado em espanhol

Bilhetes e reservas | Informações