
| Aeron Bergman e Alejandra Salinas |
| Aeron Bergman e Alejandra Salinas Aeron Bergman e Alejandra Salinas são artistas multimédia que trabalham nas áreas do som, vídeo e instalação. Actualmente vivem e trabalham em Oslo, onde Aeron Bergman é professor principal do departamento digital da Academia de Arte de Oslo na Noruega. A dupla de artistas tem apresentado as suas instalações em relevantes centros de arte, tais como o Centre d'Arte Santa Monica em Barcelona, o Fine Art Museum em Taipei, o CAC em Genebra, o ICC em Tóquio, e o Museu de Serralves no Porto. Têm igualmente apresentado performances sonoras em todo o mundo, destacando-se o Palais de Tóquio em Paris, a Knitting Factory em Nova Iorque e o CCCB em Barcelona. Já publicaram mais de 10 CDs áudio a solo e dirigem também a editora de arte sonora Lucky Kitchen. |
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| Cláudia Dias |
| Cláudia Dias Nasceu em Lisboa em 1972. Iniciou a sua formação em dança com a professora Maria Franco, na Academia Almadense, prosseguindo os seus estudos como bolseira na Companhia de Dança de Lisboa. Frequentou o Curso de Formação de Intérpretes de Dança Contemporânea, no Fórum Dança. Integrou o elenco do Grupo de Dança de Almada, destacando neste período o trabalho desenvolvido com Peter Michael Dietz. No ano 2000, participou como artista convidada no Dance Bates Festival, nos E.U.A., no qual inicia o processo de criação do solo Histo (2000). Em 2004 cria Três Figuras do Excesso em colaboração com Márcia Lança. |
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| La Ribot |
| La Ribot La Ribot viveu e trabalhou em Londres de 1997 até 2004. Actualmente reside em Genebra. Com o nome de diva La Ribot, criou peças de dança premiadas que vivem na intersecção da dança contemporânea, live art, performance e vídeo. Na última década, La Ribot criou um vocabulário rígido ainda que humorístico de concentração geométrica através das suas célebres séries de dança distinguished pieces. |
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| Mathilde Monnier |
| Mathilde Monnier O Centro Coreográfico Nacional de Montpellier Languedoc Roussillon é dirigido por Mathilde Monnier cujas produções são apresentadas em Montpellier e por todo o mundo. A importância e a vitalidade da sua criatividade são reconhecidas e elogiadas pelos críticos da imprensa, profissionais e pelos prestigiados prémios que recebeu. Mas é no duplo reconhecimento do seu público e do mundo das Artes que Mathilde Monnier construiu o seu estatuto de personalidade artística dentro dos mais emblemáticos coreógrafos actuais. |
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| Projecto Teatral |
| Projecto Teatral As Troianas, 1994 Ciclo Inconsular, 1996 As Criadas, 1997 dissidencias v. 97, 1997 para ser cantado sobre as águas, 1998 [mesa], 1999 notas sobre o deserto, 2000 O Sabão, 2002 imaginação morta imaginem, 2002 «teatro», 2003 Bouvard e Pécuchet, 2004 Édipo em Colono, 2004 Transiberiano, 2005 estufa (18 de Fevereiro de 2005 – 15 de Dezembro de 2005), 2005 estufa (15 de Dezembro de 2005 – 21 de Março de 2006) estufa (21 de Março de 2006 – 21 de Junho de 2006), 2006 estufa (21 de Junho de 2006 – 19 de Outubro de 2006), 2006 estufa (19 de Outubro de 2006 – 11 de Janeiro de 2007), 2006 estufa (11 de Janeiro de 2007 – 9 de Março de 2007), 2007 |
| Rogério Nuno Costa |
| Rogério Nuno Costa Amares, 1978. Vive e trabalha em Lisboa, como artista, investigador e professor. É licenciado em Comunicação Social. Frequenta o Mestrado em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias. Trabalhou com o Teatro Praga, Sónia Baptista, Lúcia Sigalho, Alain Béhar, Rosa Coutinho Cabral, Nelson Guerreiro, Teresa Prima, entre outros. Colaborou ainda com várias companhias e estruturas, tais como: Alkantara, CCB, Centro em Movimento, Chão de Oliva, Festival Sonda, Quarta Parede, Transforma AC, APAP, [msdm], Buda Arts Centre, Dance Kiosk e Tanz Fabrik. Como criador, destaca os trabalhos: "Vou A Tua Casa — trilogia" (2003/2006), "Saudades Do Tempo Em Que Se Dizia Texto" (2003), "ACTOR" (2004), "Projecto de Documentação" (2006/2007) e "A Oportunidade do Espectador" (2007/2008). Actualmente, dedica-se à carreira de cozinheiro e prepara o projecto “Universidade” (2009). |
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