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Biografias (A-Z)
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  Alexandre Estrela
Alexandre Estrela

n. 1971, Lisboa, Portugal
Vive e trabalha em Lisboa. O seu trabalho aborda questões formais e conceptuais resultantes da intersecção de imagens (video e filme) com matéria. Neste momento encontra-se a fazer um doutoramento prático sobre "o concretismo da imagem em movimento", investigação que terá a sua apresentação final na Fundação Serralves em 2013.
 Paralelamente ao seu trabalho como artista visual e professor (lecciona desde 2004 a cadeira de video na Faculdade de Belas artes da Universidade de Lisboa) dirige o Oporto um espaço em Lisboa onde programa regularmente sessões de cinema e video experimental. O seu trabalho tem sido objecto de exposições relevantes, entre as quais se destacam a antológica Stargate, Museu do Chiado – MNAC, Lisboa, 2006; Subjective Projections’ Bielefelder kunstverein, Bielefelder, 2010; Motion-seeckness, Culturgest, Porto, 2010; Uma ilha no tecto do Mundo, Galeria Marz, Lisboa 2010; Viagem ao Meio, ZDB, Lisboa, 2010; ‘Inércia,’ Meet Factory, Praga, 2009: Putting Fear in its Place, Chiado 8, Lisboa, 2008; Radiação solar e forças cósmicas, Galeria Graça Brandão, Lisboa, 2007; Shooting for a second I, ZDB, Lisboa 2005.

Formação
Residência no Domaine de Kerguéhennec, Bretanha, 2010
Residência no International Studios and Curatorial Projects, Nova Iorque, 2002-2003
Mestrado em artes plásticas, School of Visual Arts (Departamento de Artes Visuais), Nova Iorque, 1999
Licenciatura em pintura, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Portugal, 1996

Exposições Individuais
2011
Rua Madalena Project, Lisboa (PT)
2010
‘O cobra verde’, Bielefelder Kunstverein, Bielefeld (DE)
‘Uma ilha no tecto do mundo’, MARZ Galeria, Lisboa (PT)
‘Téléthèque’, Instituto Franco-Português, Lisboa (PT)
‘Viagem ao meio’, Galeria Zé dos Bois, Lisboa (PT)
‘Motion Seekness’, Culturgest Porto, Porto (PT) 2009
‘Inércia’, Meet Factory, Praga (CZ)
‘Deserto Acéfalo’, In.Transit, Edifício Artes em Partes, Porto (PT)
‘Ar curvo’, MARZ Galeria, Lisboa / Lisbon (PT)
2008
‘Putting Fear in its Place’, Chiado 8 – Arte Contemporânea, Lisboa (PT)
2007
‘Radiação Solar e Forças Cósmicas’, Galeria Graça Brandão, Lisboa (PT)
2006
‘Stargate’, Museu do Chiado, Lisboa (PT)
‘Merda’, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães (PT)
2005
‘Shooting for a Second I’, Galeria ZDB, Lisboa (PT)
2004
‘Interdigital’, Cristina Guerra Contemporary Art, Lisboa (PT)
‘Alexandre Estrela - Slow Motion’, Galeria Porta 33 Funchal (PT)
2003
‘Hear Here’, ISCP Open Studio, Nova Iorque (US) 2002
‘Seeing Stereo in Mono’, ISCP Open Studio, Nova Iorque (US)
2001
‘CrossSharing, Hi8, Turquoise Hexagon Sun’, Museu do Chiado, Lisboa (PT)
‘Alexandre Estrela - Slow Motion’, ESTGAD, Caldas da Rainha (PT)
2000
‘RTP2’, Apartamento, Lisboa (PT)

Exposições Colectivas (selecção)
2011
‘O Museu em Ruínas’, Museu de Arte Contemporânea de Elvas – Colecção António Cachola, Elvas (PT)
‘Si loin, si proche - oeuvres de la collection du Frac Bretgane’, L’Imagerie, Lannion (FR)
2010
‘Da outra margem do Atlântico’, Centro de Arte Hélio Oiticica, Rio de Janeiro (BR)
‘A culpa não é minha’, Museu Berardo, Lisboa (PT)
‘Personal Freedom’, Portugal Arte 10, Pavilhão de Portugal, Lisboa (PT)
‘Impresiones y Comentarios: Fotografia Contemporânea Portuguesa’, Fundació Foto Colectania, Barcelona (ES)
‘Um percurso, duas direcções’, Museu do Chiado, Lisboa (PT)
‘Porto: Museu Serralves’, Domaine de Kerguéhennec, Centre d’Art Contemporain, Bignan (FR)
2009
‘Forças’, Museu de Portimão e Galeria do Teatro TEMPO (Art Algarve 2009), Portimão (PT)
‘Homenagem e Esquecimento’, Fórum Eugénio de Almeida, Évora (PT)
‘The Ornamental Body’, Witte Zaal, Gent (BE)
‘Estrela Brilhante da Manh‹ / Bright Morning Star’, Galeria Zé dos Bois, Lisboa (PT)
‘Strip/Stripe’, Emily Harvey Foundation, Nova Iorque (US)
‘Psychometry (II)’, ARRATIA, BEER, Berlim (DE)
‘Psychometry’, Exile, Forum Expanded, Berlinale, Berlim (DE)
2008
‘A Chamada / The Call’, Avenida Liberdade 211, Lisboa (PT)
‘Turn Me On’, Pavilhão 28, Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa, Lisboa (PT)
‘Disarming Matter’, Dunkers kulturhus, Helsingborg (SE)
‘Parangolé: Fragmentos desde los 90 en Brasil, Portugal y Espa–a’, Museu Patio Herreriano, Valladolid (ES)
‘Múltiplas Direcções’, Museu do Chiado, Lisboa (PT)
2007
‘Fiction Vs. Reality’, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (PT)
‘A propos des lieux d'origine’, MUDAM, Luxemburgo (LU)
‘Stream’, White Box, Nova Iorque (US)
‘50 Anos de Arte Portuguesa’, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (PT)
‘Sobreposições’, Museu do Chiado, Lisboa (PT)
‘Clearly Invisible’, Centro d’Arte Santa Mónica, Barcelona (ES)
‘Prémio União Latina’, Culturgest, Lisboa (PT)
2006
‘Constelações Afectivas II’, Galeria Graça Brandão, Lisboa (PT)
‘Constelações Afectivas I’, Galeria Graça Brandão, Lisboa (PT)
‘Densidade Relativa’, Centro de Artes, Sines / CAMJAP, Fundação Calouste Gulbenkain. Lisboa (PT)
‘Não chores mais’, Plataforma Revolver, Lisboa (PT)
2005
‘Toxic’, Fundição de Oeiras, Oeiras (PT)
‘E=mc2’, Faculdade de Medicina, Coimbra (PT)
‘Del Zero al 2005’, Fundacion Marcelin Botin, Santander (ES)
2004 ‘Videozone’, Telaviv (IL)
‘Sala do Veado’, Museu de História Natual, Lisboa (PT)
‘Caldas Late Night’, Caldas da Rainha (PT)
‘50 Anos de Arte Contemporanea Portuguesa’, Museu do Chiado, Lisboa (PT)
2003
‘Post Portugal, Off Loop’ 00’, Met.Room, Barcelona (ES)
‘Otras alternativas: Nuevas experiencias visuales en Portugal’, Museo de Arte Contemporânea de Vigo, Vigo (ES)
‘Revolving Door’, Chambers Fine Art, Nova Iorque (US)
‘BM03’, Maia / Maia (PT)
‘Arquivo e Simulação – LisboaPhoto’, Centro Cultural de Belém , Lisboa (PT)
‘Dig two’, Artists Space, Nova Iorque (US)
2002
‘Super Stereo’, ZDB, Lisboa (PT)
‘Paramnésia (Parte 2)’, ZDB/Tercenas, Lisboa (PT)
‘Festival d’images artistiques video de Nimes’, Musée d’Art Contemporain Carré d’Art, Nimes (FR)
‘Expect the World , mois non plus’, Sparwasser HQ, Parkhaus Gallery, Berlim (DE)
‘Sparing Partners Academy Art Collection’, ZDB, Lisboa (PT)
2001
‘Squatters II’, Witte de With, Roterdão (NL)
‘URBANLAB – Bienal da Maia’, Maia (PT)
‘Squatters/Ocupações’, DREMN, Porto (PT)
‘7 Artistas ao 10¼ mês’, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (PT)
‘Novas Aquisições’, Museu do Chiado, Lisboa (PT)
‘Air Portugal 2’, The Pond, São Francisco (US)
2000
‘Air Portugal’, London Biennial, Shorditch Town Hall, Londres (UK)
‘Southern Exposure’, (ZDB), São Francisco (US)
‘Plano XXI’, G-Mac, Glasgow (UK)
‘Contaminantes Comunicantes’, SNBA, Lisboa (PT)
‘North by Northwest’, Caldeira 123, Porto (PT)
‘Electric House’, WC Container, Porto (PT)
1999
‘Selections’, SVA Gallery, Nova Iorque (US)
‘(A)casos & materiais’, CAPC, Coimbra (PT)
‘BM99’, Bienal da Maia, Maia (PT)
‘Festival Atlântico ‘99’, ZDB, Lisboa (PT)
‘Espaco 1999’, Museu Nacional de Historia Natural, Lisboa (PT)
1998
‘O Império Contra Ataca’, ZDB, Lisboa / Lisbon e /and La Capella , Barcelona (ES)
‘22/23’, dois apartamentos, Nova Iorque (US)
‘Biovoid’, Sala do Veado, Lisboa (PT)
1997
‘Jamba’, Sala do Veado, Museu de Historia Natural, Lisboa (PT)
‘A Arte, o Artista e o Outro, Fundação Cupertino Miranda’, Vila Nova de Famalicão (PT)
1996
‘Greenhouse Display’, Estufa Fria, Lisboa (PT)
‘ARCO96 (Aula do Risco)’, Parque Ferial Juan Carlos I, Madrid (ES)
1995
‘Wallmate’, Cisterna da Faculdade de Belas Artes, Lisboa (PT)
‘Finalistas 95’, SNBA, Lisboa (PT)
‘Biennale des Jeunes Artistes d’Europe Mediterranee’, Rijeka (HR)
1994
‘Independent Worm Saloon’, SNBA, Lisboa (PT)
‘Set-up’, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Lisboa (PT)
‘Acabamentos de Luxo’, Associação de Arquitectos Portugueses, Lisboa (PT)
‘20 000 minutos de Arte no Técnico’, Instituto Superior Técnico, Lisboa (PT)
1993
‘MS.AE.AM.HF’, Galeria Monumental, Lisboa (PT)
‘A Salvo da Luz’, Galeria da ESBAL, Lisboa (PT)
‘O que é nacional é bom’, Fórum Prior do Crato, Lisboa (PT)
‘Real Rave’, Cine-Teatro da Portela de Sintra, Sintra (PT)
1991
‘Artstrike’, ESBAL, Lisboa (PT)
‘Faltam nove para 2000’, ESBAL, Lisboa (PT)

Colecções Públicas
Museu de Serralves, Porto.
Museu do Chiado, Lisboa.
Centro de Arte Moderna José de Azeredo
Perdig‹o, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.
Portugal Telecom, Lisboa.
Fundação PLMJ, Lisboa.
Colecção BESart, Lisboa.
Museu de Arte Contemporânea de Elvas/Colecção António Cachola, Elvas.
Fonds Régional d’Art Contemporain Bretagne, Chateaugiron.

Alexandre Estrela é representado pela MARZ – Galeria
 
  Cecilia Bengolea (FR/AR), François Chaignaud (FR), Trajal Harrell (US), Marlene Monteiro Freitas (PT)
Cecilia Bengolea (FR/AR), François Chaignaud (FR), Trajal Harrell (US), Marlene Monteiro Freitas (PT)

Cecilia Bengolea nasceu na Argentina e estudou na Universidade de História de Arte de Buenos Aires entre 1998 e 2001. Em 2001 mudou se para Paris e desde então tem produzido o seu trabalho em eventos e festivais europeus. Em 2004, frequentou o Exer.ce.,  o programa de pesquisa de Mathilde Monnier  em Montpellier. Bengolea colaborou com João Fiadeiro, Claudia Triozzi, Edouard Levé, Marc Tompkins, Yves-Nöel Genod,  Joris Lacoste, Alice Chauchat, Alain Buffard, Mathilde Monnier.

François Chaignaud formou se no Conservatório Nacional Superior de Música e Dança (CNSM) em Paris (2002). Desde essa altura que tem colaborado como bailarino com vários coreógrafos, tais como Boris Chamartz, Emmanuelle Huynh, Gilles Jobin, Tiago Guedes, Alain Buffard... Desde 2004 que tem apresentado diversas performances e concertos em diferentes palcos em França e na Europa: Pompè – procession urbaine (2004), He’s one that goes To sea for nothing but to make him sick (2005), La Culture des Individu.e.s (2006), Aussi bien que ton coeur, ouvre-moi les genoux (2008). François Chaignaud está envolvido em muitas colaborações, nomeadamente com a artista suíça Marie Caroline Hominal (Duchesses (2009), performance minimal com arco de « hula hoop »), com o modelo francês Benjamin Dukhan ou com a lendária « drag queen » americana Rumi Missabu das Cockettes... Além disso, está também ligado à actividade de historiador na universidade e publicou recentemente um livro sobre a fase inicial do feminismo francês  (L’Affaire Berger-Levrault – les féminismes à l’épreuve, PUR, Rennes, 2009).
Desde 2005 que François Chaignaud tem colaborado com Cecilia Bengolea. Juntos criaram 3 peças baseadas numa disposição muito intensa: Pâquerette (2008), Sylphides (2009) e Castor & Pollux (2010), actualmente em digressão em muitos festivais e eventos. Estes criadores também estão a fazer a reposição da peça Free Dances do reportório dos anos 20 do século passado de François Malkovsky.

Trajal Harrell é bailarino e coreógrafo sediado em Nova Iorque. Os seus trabalhos coreográficos têm sido apresentados nos seguintes espaços nova iorquinos: The New Museum, Danspace Project, Crossing the Line Festival 2009, Dance Theater Workshop, The Kitchen e PS122 ; além disso, os seus trabalhos também foram apresentados em The Lotus House Heart Happening/Margulies Art Warehouse em Miami e Art Basel-Miami Beach. Internationalmente, o seu trabalho já foi apresentado na Holanda, Françe, Alemanha, Croácia e México.  Em 2011, Trajal Harrell estará a desenvolver trabalhos em residência no Workspace Brussels, no Pact Zollverein (Essen, Alemanha) e no Festival WWF (Tóquio).
Trajal Harrell também já criou quatro peças com a duração de uma noite inteira : Notes on Less Than Zero, Showpony, Quartet for the End of Time e Twenty Looks or Paris is Burning at The Judson Church (S). Quartet for the End of Time estreou em Outubro de 2008 no Dance Theater Workshop e foi escolhida pela revista Time Out Nova Iorque como uma das melhores performances de dança do ano de 2008. O seu último trabalho, Twenty Looks or Paris is Burning at The Judson Church (S), que também foi escolhido pela revista Time Out Nova Iorque como uma das melhores performances de dança do ano de 2009, andou em digressão recentemente, tendo sido apresentado no Festival Working Title (Bruxelas, Bélgica), no Festival Artdanthé (Vanves, França), no ICA em Boston, e no Festival Rencontres Choregraphiques de 2011 em Paris.

Marlene Monteiro Freitas nasceu em Cabo Verde onde é membro e co fundadora do grupo de dança Compass, tendo também colaborado com o músico Vasco Martins. Após os seus estudos de dança na P.A.R.T.S. (Bruxelas), na E.S.D. e na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), ela desenvolveu um projecto de dança com a comunidade da Cova da Moura (Lisbon), transmitindo a ideia de que “não iremos ter aulas de dança, iremos ensaiar”. Marlene Monteiro Freitas trabalha regularmente com Emmanuelle Huynh, Loic Touzé, Tânia Carvalho, Boris Charmatz, entre outros. as suas criações incluem Guintche (2010), A Seriedade do Animal (2009-10), Uns e Outros (2008), A Improbabilidade da Certeza (2006), Larvar (2006), Primeira Impressão (2005). É membro do colectivo Bomba Suicida, sediada em Lisboa.

 
  Mariana Tengner Barros
Mariana Tengner Barros

Licenciada em dança pela Northern School of Contemporary Dance-NSCD (Inglaterra 2003) onde recebeu o prémio University of Leeds Arms Prize por “Outstanding Achievement”.  Foi bailarina estagiária no Ballet Theatre Munich, sob a direcção artística de Philip Taylor (Alemanha 2004). Artista Associada em residência na NSCD (2004/05) onde coreografou ‘Best Imitation of Myself’ para a companhia VERVE05. Também nesta altura, funda o colectivo artístico The Resistance Movement com Said Dakash, Leeds, Inglaterra, para o qual co-cria Pernicious Habits e Shirt, apresentados em vários teatros em Inglaterra, entre os quais, York Theatre Royal, Yorkshire Dance Centre, The Place, The Riley Theatre.

Completou o Programa de Estudo e Criação Coreográfica-PEPCC (Portugal 2009) do Fórum Dança tendo formação com Francisco Camacho, Vera Mantero, Miguel Pereira, João Fiadeiro, Deborah Hay, Lisa Nelson, Mark Tompkins, Meg Stuart, entre outros.

Como intérprete salienta o trabalho com Filip van Huffell/Retina Dance Company (BE/UK 2004-2006), Garden with Nest de Rui Horta para a Companhia Instável (2006), With drooping wings de Né Barros/Balleteatro Companhia (2007), eDGe- projecto transdisciplinar dos SWAP-PROJECT (2007) sob a direcção artística de Andreas Dyrdal, Rudolfo Quintas eTiago Dionísio, Bons Sentimentos, Maus Sentimentos de Vera Mantero (2009/10) no âmbito do PEPCC,   NotForgetNotForgive de Carlota Lagido , BOSQUE de  Rafael Alvarez e HORROR de John Romão/Colectivo 84.

Desde 2009 tem vindo a trabalhar regularmente com Francisco Camacho, interpretando DIA F no Devir/Capa, Faro, RIP (a sua mais recente peça de grupo) estreada no Festival Temps D’Image 2010 e ADAPTact no âmbito do projecto europeu transdisciplinar ADAPT, apresentado na Eira33, Lisboa, Théâtre Royal de Mons, Bélgica, Centro Nacional de Dança, Roménia e Festival Enter, Praga, República Checa.

Recentemente integrou o projecto de pesquisa dirigido por Tiago Rodrigues para a sua nova criação “Tristeza e Alegria na vida das girafas.”

Colaborou com vários artistas em diferentes projectos, salientando a instalação-performance Karaoke-Singing in the rain (2007) com o arquitecto Pedro Bandeira, comissariada pela Casa da Música, Porto e reposta no Festival Quarteirão da Primavera, Montemor-o-velho; Almoço na relva, com Elizabete Francisca Santos e Maria Lemos, performance desenvolvida no âmbito da Festa da Dança (2008), apresentada na Bomba Suicida, Lisboa e no Festival Adição+, Caldas da Rainha;  Sleeps in Motion Watching Us, “live installation” criada em colaboração com Abraham Hurtado e Joa Gridfonte para o projecto Bridge on a wall (projecto iniciado e dirigido por Abraham Hurtado e Vânia Rovisco em Berlim), apresentado na Galeria Zé dos Bois, Lisboa e na Galeria Tristesse Deluxe, Berlim (2009). Continua a colaboração com Abraham Hurtado, interpretando Welcome to Europe apresentado em Ghent, Bélgica, no âmbito do Festival “Intimate Strangers” da curadoria de Meg Stuart (Maio 2011).

Integrou o projecto Solo Performance Commissioning Project-SPCP com Deborah Hay em Findhorn, Escócia, para a adaptação do solo AT ONCE, sendo bolseira da Gulbenkian (Apoio à dança-investigação) e irá estrear a sua adaptação em 2011. A convite de Deborah Hay, seleccionou juntamente com Laurent Pichaud, os 8 participantes do projecto Solo Performance Project-SPP Porto (2011), organizado pela Fundação de Serralves.

Como criadora: inicia o projecto pessoal contínuo “Peça do Coração” (2008) um tema para explorar indefinidamente e sempre com versões diferentes de um “solo com coro” tendo apresentado versões no Lx Factory Open Day, Eira33 e Festival Adição+ (2008, Lisboa/Caldas da Rainha); cria o solo “ And So?…The End.” (2010) em residência na Eira33, estreado no Festival Alkantara/Teatro Cinearte, também apresentado no Festival Materiais Diversos, Festival da Fábrica (2010), Plataforma Portuguesa das Artes Performativas, no Espaço do Tempo, curadoria de Rui Horta e ACT Festival, BILBAO (2011); o solo “Après le bain”  criado em várias residências no BUDA Kunstencentrum (Kortrijk), O Espaço do Tempo (Montemor-o-novo) e Eira33 (Lisboa) estreou a 16 de Fevereiro, 2011 em Kortrijk, Bélgica, no Festival Fresh.

Deu aulas de composição coreográfica na Northern School of Contemporary Dance e dirigiu diversos workshops para crianças, adultos e séniors, através da Retina Dance e The Resistance Movement em Inglaterra e Bélgica. É professora convidada no âmbito do projecto Além da Dança, dirigido por Neuza Rodrigues em Famalicão.

É apoiada regularmente pela Eira.


 
  Sidney Leoni & Luís Miguel Félix
Sidney Leoni & Luís Miguel Félix

Luís Miguel Félix (PT) tem recentemente desenvolvido o seu percurso como performer com coreógrafos específicos cujos trabalhos e processos considera únicos e pertinentes no contexto contemporâneo de performance. Actualmente é performer nas seguintes peças: Blue de Juan Dominguez, Undertone de Sidney Leoni, Low Pieces de Xavier Le Roy e no trabalho colaborativo Oedipus, my foot dirigido por Jan Ritsema.
Enquanto coreógrafo o seu trabalho confronta a forma como performance é percepcionada e experienciada por ambos performer e público. Exporando essa preocupação desenvolve actualmente em colaboração com Sidney Leoni o projecto War of Fictions que estreia em Setembro de 2011 no Festival Circular em Vila do Conde.
Licenciou-se em Estudos Teatrais pela Esmae no Porto em 2006. Recebeu a bolsa danceWEB em 2007 e em 2008 completou o programa ex.e.r.ce no Centro Coreográfico Nacional de Montpellier onde iniciou o projecto online Wedance.

Sidney Leoni (FR) desenvolve trabalhos que enunciam noções de sensação, afecto e percepção activa propondo uma inter-relação participativa com o público. Em 2010 criou em colaboração com vários artistas convidados o projecto Undertone que propõe uma experiência imersiva de diferentes tipos de estímulos que ocorrem na escuridão total: sabores, sons, cheiros, flutuações de temperatura e toque.
Em 2009 terminou o Mestrado de Pesquisa em Coreografia com Mårten Spångberg no Colégio Universitário de Dança em Estocolmo; em 2006 completou o Mestrado de Pesquisa em Dança na Universidade Sophia Antipolis em Nice.
Sidney faz parte do elenco de Giant City (2009) de Mette Ingvartsen, The Host (2010) de Andros Zins-Browne e colaborou com Mychoreography (Suécia - 2008-10). Actualmente desenvolve um novo projecto resultante da colaboração com Luís Miguel Félix intitulado War of Fictions cuja estreia será em Setembro de 2011.