
| Aeron Bergman e Alejandra Salinas |
Aeron Bergman e Alejandra Salinas são artistas multimédia que trabalham nas áreas do som, vídeo e instalação. Actualmente vivem e trabalham em Oslo, onde Aeron Bergman é professor principal do departamento digital da Academia de Arte de Oslo na Noruega. A dupla de artistas tem apresentado as suas instalações em relevantes centros de arte, tais como o Centre d'Arte Santa Monica em Barcelona, o Fine Art Museum em Taipei, o CAC em Genebra, o ICC em Tóquio, e o Museu de Serralves no Porto. Têm igualmente apresentado performances sonoras em todo o mundo, destacando-se o Palais de Tóquio em Paris, a Knitting Factory em Nova Iorque e o CCCB em Barcelona. Já publicaram mais de 10 CDs áudio a solo e dirigem também a editora de arte sonora Lucky Kitchen. |
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| Alberto Carneiro |
Nasceu no Coronado,1937. Entre os dez e os vinte e um anos de idade, aprendeu o ofício de santeiro nas oficinas de arte sacra da sua terra natal. Diplomado pela Escola Superior de Belas Artes do Porto (1961-1967) e Pós-Graduado pela Saint Martin’s School of Art de Londres (1968-1970). Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian: Porto (1962-1967) e Londres (1968-1970). Professor Associado, Agregado pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. Leccionou no Curso de Escultura da ESBAP (1971-1976), no Curso de Arquitectura da FAUP (1970-1999) e foi responsável pela orientação pedagógica e artística do Círculo de Artes Plásticas, Organismo Autónomo da Universidade de Coimbra (1972-1985). Dedicou-se ao estudo do Zen, do Tao, do Tantra e da Psicologia Profunda. Viajou pelo Oriente e pelo Ocidente para viver e interiorizar outras culturas. Expõe desde 1963. Realizou 81 exposições individuais e participou em cerca de cem exposições colectivas em Portugal e no estrangeiro. Teve exposições retrospectivas ou antológicas no CAC do Museu Soares dos Reis, Porto (1976), na Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1991), na Fundação de Serralves, Porto (1991), no Museu Machado de Castro e Pátio da Inquisição, Coimbra (2000), no Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela (2001), no Museu de Arte Contemporânea, Funchal (2003), no Centro Cultural de Cascais (2005) e na Fundação Beulas, Huesca (2006). Representou Portugal nas Bienais de Paris (1969), de Veneza (1976) e de São Paulo (1977). Está representado em Museus e Colecções, em Portugal e no estrangeiro. Realizou esculturas públicas em Portugal, Eslovénia, Inglaterra, Irlanda, Coreia do Sul, Equador, Ilha Formosa (Taiwan), Andorra, Espanha e Chile. Criou o Museu Internacional de Escultura Contemporânea nos espaços públicos da Cidade de Santo Tirso com a realização dos Simpósios Internacionais de Escultura Contemporânea(1991-2011) e o Parque Internacional de Escultura Contemporânea na Vila de Carrazeda de Ansiães(2002-2009). Publicou textos e três livros, um em co-autoria, sobre Arte e sobre Pedagogia. É prémios: Rocha Cabral da Academia Nacional de Belas Artes (1963), Meireles Júnior, ESBAP , (1962 e 1963), Teixeira Lopes, ESBAP (1965), Nacional de Escultura (1968), Nacional de Artes Plásticas- AICA/MC (1985), Antena I (1987/88), Tabaqueira de Arte Pública (2004), Casa da Imprensa (2004) e Prémio de Artes Casino da Póvoa (2007). Recebeu as Comendas de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique (1994) e de Mérito Cultural de Primeira Classe do Equador (1998), a Medalha de Ouro do Concelho de Santo Tirso (1993) e a Medalha de Honra do Município de Carrazeda de Ansiães (2009). |
| Carla Cruz |
O seu trabalho, por vezes absolutamente visível por outras não passando de um rumor, parte das as construções sociais que fazemos e reforçamos quotidianamente, na tentativa de questionar e até mesmo minar essas construções. Sendo estas relacionadas com as noções de género, identidade europeia, ou a privatização e comportamento na esfera pública, ou até mesmo a noção de cidadania. O observador, participante ou transeunte é normalmente apanhado pelo aspecto e formas visuais inofensivas do seu trabalho que regra geral transportam um conteúdo muito menos inocente, levado assim a ponderar os seus valores e pré-conceitos em confronto com o que lhe é apresentado. |
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| Cláudia Dias |
Nasceu em Lisboa em 1972. Iniciou a sua formação em dança com a professora Maria Franco, na Academia Almadense, prosseguindo os seus estudos como bolseira na Companhia de Dança de Lisboa. Frequentou o Curso de Formação de Intérpretes de Dança Contemporânea, no Fórum Dança. Integrou o elenco do Grupo de Dança de Almada, destacando neste período o trabalho desenvolvido com Peter Michael Dietz. No ano 2000, participou como artista convidada no Dance Bates Festival, nos E.U.A., no qual inicia o processo de criação do solo Histo (2000). Em 2004 cria Três Figuras do Excesso em colaboração com Márcia Lança. |
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| Frei Bento Domingues |
Nasceu a 13 de Agosto de 1934, em Vilar, Terras de Bouro e entrou para a Ordem Dominicana em 1953. Depois de frequentar vários Centros de Estudo de Filosofia e de Teologia, em diversos países, dedicou-se a investigação e ensino da Teologia. É membro do ISTA (Instituto de S. Tomás de Aquino); membro Externo da Assembleia do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa; do Conselho do "Centro de Reflexão Cristã" (CRC); do Conselho Científico da Revista Lusófona de Ciência das Religiões. É director da Colecção "Nova Consciência" do Círculo de Leitores. Fundou os Cadernos de Estudos Africanos. É cronista do Jornal "Público" desde 1992 e do "Mensageiro de Santo António". É Grande-Oficial da Ordem da Liberdade. Recebeu a Medalha de Ouro de Reconhecimento e Mérito da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. É membro da Academia Pedro Hispano. Pertenceu e pertence a várias associações cívicas. Tem colaboração dispersa por várias revistas e obras colectivas. Publicou: Verdade e Ambiguidades da Inculturação Missionária, Igreja e Missão, Cucujães, 1984; A Religião dos Portugueses, Figueirinhas, Porto, 1988; A Humanidade de Deus, Figueirinhas, Porto, 1995; A Igreja e a Liberdade, Figueirinhas, Porto, 1997; A Religião e a Política, Ass. “Palha de Abrantes”, 1988; As Religiões e a Cultura da Paz, Prefácio de Jorge Sampaio, Figueirinhas, Porto, 2002. As Religiões e a Cultura da Paz, 2º Volume, Prefácio de Lídia Jorge, Figueirinhas, Porto, 2004. |
| Gérald Kurdian |
Performer, compositor e artista de rádio, reside em Paris. Estudou artes visuais na “Ecole Nationale Supérieure d'Arts” de Paris-Cergy antes de participar no EX.E.R.CE 07 programa de dança contemporânea dirigido por Mathilde Monnier (Centre Chorégraphique de Montpellier) e Xavier Le Roy. Desde então colaborou com Eszter Salamon, Mette Ingvartsen, Tiago Guedes, Eleanor Bauer, Andros Zins-Browne, Daniel Dobbels, Carole Perdereau e o “Club des 5” (Mickaël Phelippeau, Virginie Thomas). As suas performances musicais têm sido apresentadas em vários locais, tais como Le Plateau / Frac idf, Le Lieu Unique, Point Éphémère, La Villette, Lelabo, le Centre Clark (Montréal), Les Louvrais - Scène Nationale de Cergy, Théâtre 95, Maison Populaire, Abbaye de Maubuisson, o Centre Chorégraphique de Montpellier, les Subsistances, Palais de Tokyo, Festival Uzes Danse 07 ou durante o Sommer bar / festival “Tanz im August 07”. Em 2006 colaborou com o Atelier de Creation Radiophonique da rádio France Culture e produziu “Je suis putain”, um documentário de rádio elaborado com a colaboração de prostitutas. Também dirigiu vários projectos de rádio que exploram a performatividade do som e a crítica de arte contemporânea (Divergence fm, Radio RGB, Betonsalon, La Vitrine). Entre Julho e Dezembro de 2008, participou em 6M1L (6 meses, 1 local), um programa de pesquisa iniciado por Xavier Le Roy e Bojana Cvejic e com a colaboração de Eszter Salamon, Mette Ingvartsen, Juan Dominguez, Jefta Van Dinther, Chrysa Parkinson e Eleanor Bauer. Neste âmbito, preparou Di eye ene ci i, um musical radiofónico lo-fi sobre teoria da dança produzido pelo Atelier de Création Radiophonique e o SACD (Societé des auteurs et compositeurs dramatiques). Durante a noite, compõe canções de amor para “This is the hello monster!* a sua banda avant folk a solo. *This is the hello monster! Poderia ser o vento norte e o animal fantástico, a profundidade tranquila de um Brian Eno, um unicórnio e um gato preto, um zombie a dormir num sintetizador ou a canção das palmeiras ao estilo de ilha vulcânica. |
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| Joclécio Azevedo |
Nasceu no Brasil em 1969. Vive e trabalha no Porto desde 1990. Participou, como intérprete, em projectos de diversos criadores, entre os quais, Isabel Barros, Né Barros, Ana Figueira, Joana Providência, André Guedes, Simone Forti, Gary Stevens, Ronit Ziv, Jean-Marc Heim, Peter Bebjak/Juraj Korec e Tino Seghal. A partir de 1999, a par da sua actividade como performer, começa a apresentar simultaneamente o seu trabalho coreográfico, tendo participado em projectos de investigação, residências artísticas e projectos educacionais em diversos países, como Portugal, França, Tunísia, Alemanha, Espanha, Bélgica, Suíça, Escócia, Inglaterra, Eslováquia e Índia. A partir de 2003 desenvolveu diversas colaborações com o coreógrafo suíço Jean-Marc Heim, em Lausanne, tendo sido intérprete no espectáculo “Va et Vient” (2003 – Prémio da crítica suíça de dança e coreografia), intérprete e dramaturgo em “Creatura” (2005), e dramaturgo em “Flagrant Delhi” (2008). Actualmente preparam um novo projecto a estrear em 2010. Colabora regularmente com artistas ligados a diferentes disciplinas, tentando explorar outras perspectivas de desenvolvimento para o seu trabalho. “Estratégias de colisão” (2006), “Sans titre” (2006), “Inventário” (2007) e “Open Scores” (2009) são alguns dos seus trabalhos mais recentes. É um dos membros fundadores e actual director artístico do Núcleo de Experimentação Coreográfica. www.nec.co.pt |
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| José Tolentino Mendonça |
Nascido em 1965, fez o doutoramento em Teologia na Universidade Católica Portuguesa (Lisboa), com uma tese intitulada “A construção de Jesus. Uma leitura narrativa de Lc 7,36-50” (2004). É actualmente Professor de Estudos Bíblicos na Faculdade de Teologia, da mesma Universidade, e ocupa-se do Novo Testamento (Sinópticos e São Paulo). Dirige a Revista Didaskalia e o Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura. É Poeta e Tradutor. |
| La Ribot |
La Ribot viveu e trabalhou em Londres de 1997 até 2004. Actualmente reside em Genebra. Com o nome de diva La Ribot, criou peças de dança premiadas que vivem na intersecção da dança contemporânea, live art, performance e vídeo. Na última década, La Ribot criou um vocabulário rígido ainda que humorístico de concentração geométrica através das suas célebres séries de dança distinguished pieces. |
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| Magda Henriques |
Licenciada em História, Variante de Arte. Professora na Academia Contemporânea do Espectáculo e na Universidade do Autodidacta e Terceira Idade do Porto. Tem desenvolvido actividades pedagógicas, no âmbito da arte contemporânea, em colaboração com várias instituições e festivais, sendo de destacar o Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves, a Culturgest, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Pavilhão de Portugal em parceria com o Departamento de História da Arte da Universidade de Coimbra, o Centro Cultural Vila Flor, o CENTA, o Festival Y, o Festival Escrita na Paisagem, a Associação Circular e escolas e câmaras municipais variadas. |
| Mala Voadora |
A mala voadora é uma companhia de teatro apoiada bienalmente pelo Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes. Foi fundada por Jorge Andrade e José Capela, responsáveis pela sua direcção artística e apresentou o seu primeiro espectáculo em Maio de 2003. Foi atribuída a Jorge Andrade a menção honrosa do Prémio Madalena Azeredo Perdigão 2004 (F. C. Gulbenkian) pela encenação de Os Justos. Em 2007, a mala voadora foi convidada a criar um espectáculo para o fórum “O Estado do Mundo” no âmbito da comemoração dos 50 anos da Fundação Calouste Gulbenkian, tendo produzido desempacotando a minha biblioteca. Sendo sedeada e desenvolvendo a maior parte da sua actividade na cidade de Lisboa, a mala voadora tem apresentado espectáculos no Maria Matos Teatro Municipal, no Teatro Taborda, no Centro Cultural de Belém, no Centro de Arte Moderna da F. C. Gulbenkian, na Comuna Teatro de Pesquisa, na Casa Os Dias da Água e no antigo Teatro da Garagem no Poço do Bispo. A mala voadora é estrutura associada da Galeria Zé dos Bois, tendo também apresentado vários espectáculos no Negócio. Até ao final de 2010, serão ainda apresentados espectáculos no Instituto Franco-Português e, de novo, no CCB, no Maria Matos e no Negócio. Fora de Lisboa, a mala voadora apresentou espectáculos em Paredes de Coura, Guimarães, Famalicão, Viseu, Covilhã, Fundão, Idanha-a-Nova, Montemor-o-Velho, Coimbra, Montemor-o-Novo, Faro e na Ilha do Pico; no Porto, apresentou-se no Rivoli, na Fundação de Serralves e no Teatro do Campo Alegre. |
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| Marco Berrettini | Melk Prod. |
Bailarino e coreógrafo italiano nascido na Alemanha. Estudou na London School of Contemporary Dance e depois na Folkwangschulen Essen sob a orientação de Hans Züllig and Pina Bausch. Em Essen e Wuppertal desenvolve o seu interesse pelo Tanztheater alemão e coreografa o seu primeiro solo contemporâneo: the horny Santa Claus. A técnica Jooss/Laban/Leeder/Cecchetti é o que considera mais importante desde essa altura e nos 10 anos seguintes irá trabalhar sob a influência do Tanztheater de Pina Bausch. Assim que terminou a licenciatura em dança tentou criar a sua própria companhia em Wiesbaden, embora sem grande sucesso e em 1988 é contratado por uma companhia de dança francesa. Já farto da falta de oportunidades da Alemanha, tem esperança que em França se lhe ofereçam novas oportunidades. E desta vez será mais feliz. Além de trabalhar com o coreógrafo Georges Appaix, Berrettini concebe as suas próprias peças para a sua companhia, a Tanzplantation. Em 1999 o teatro Kampnagel em Hamburgo produz a sua peça MULTI(S)ME. Seguindo o conselho do director do Kampnagel Res Bosshart, a sua companhia, com 12 membros, muda de nome e assim nasce a *MELK PROD. Desde então, Marco Berrettini, em colaboração com a sua companhia, produziu mais de 25 peças e ganhou alguns prémios, tais como o ZKB PRIZE do Theaterspektakel Festival em Zurique. O seu trabalho é bastante abrangente, desde performances em museus a produções cinematográficas com realizadores estrangeiros, ou desde instalações de vídeo no Palais de Tokyo em Paris a jantares com pessoas famosas que nem o conhecem. Actualmente, Berrettini está a trabalhar na peça iFeel, para 6 bailarinos, e que irá tentar traduzir o novo livro de Peter Sloterdijk (Anger and Time) em material explorável de forma teatral. |
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| Mathilde Monnier |
O Centro Coreográfico Nacional de Montpellier Languedoc Roussillon é dirigido por Mathilde Monnier cujas produções são apresentadas em Montpellier e por todo o mundo. A importância e a vitalidade da sua criatividade são reconhecidas e elogiadas pelos críticos da imprensa, profissionais e pelos prestigiados prémios que recebeu. Mas é no duplo reconhecimento do seu público e do mundo das Artes que Mathilde Monnier construiu o seu estatuto de personalidade artística dentro dos mais emblemáticos coreógrafos actuais. |
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| Projecto Teatral |
As Troianas, 1994 Ciclo Inconsular, 1996 As Criadas, 1997 dissidencias v. 97, 1997 para ser cantado sobre as águas, 1998 [mesa], 1999 notas sobre o deserto, 2000 O Sabão, 2002 imaginação morta imaginem, 2002 «teatro», 2003 Bouvard e Pécuchet, 2004 Édipo em Colono, 2004 Transiberiano, 2005 estufa (18 de Fevereiro de 2005 – 15 de Dezembro de 2005), 2005 estufa (15 de Dezembro de 2005 – 21 de Março de 2006) estufa (21 de Março de 2006 – 21 de Junho de 2006), 2006 estufa (21 de Junho de 2006 – 19 de Outubro de 2006), 2006 estufa (19 de Outubro de 2006 – 11 de Janeiro de 2007), 2006 estufa (11 de Janeiro de 2007 – 9 de Março de 2007), 2007 |
| Rogério Nuno Costa |
Amares, 1978. Vive e trabalha em Lisboa, como artista, investigador e professor. É licenciado em Comunicação Social. Frequenta o Mestrado em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias. Trabalhou com o Teatro Praga, Sónia Baptista, Lúcia Sigalho, Alain Béhar, Rosa Coutinho Cabral, Nelson Guerreiro, Teresa Prima, entre outros. Colaborou ainda com várias companhias e estruturas, tais como: Alkantara, CCB, Centro em Movimento, Chão de Oliva, Festival Sonda, Quarta Parede, Transforma AC, APAP, [msdm], Buda Arts Centre, Dance Kiosk e Tanz Fabrik. Como criador, destaca os trabalhos: "Vou A Tua Casa — trilogia" (2003/2006), "Saudades Do Tempo Em Que Se Dizia Texto" (2003), "ACTOR" (2004), "Projecto de Documentação" (2006/2007) e "A Oportunidade do Espectador" (2007/2008). Actualmente, dedica-se à carreira de cozinheiro e prepara o projecto “Universidade” (2009). |
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| Sónia Baptista |
Nasceu em Lisboa em 1973. Completou o Curso de Intérpretes de Dança Contemporânea do Fórum Dança em 2000. A sua formação foi complementada em workshops de dança, música e teatro e vídeo. Como intérprete e co-criadora colaborou com vários artistas, entre eles, Laurent Goldring, Patrícia Portela, Aldara Bizarro, Vera Mantero, Thomas Lehmann. Em 2001, foi-lhe atribuído o Prémio Ribeiro da Fonte de Revelação na área da Dança pelo Ministério da Cultura por Haikus(o seu primeiro trabalho), uma série de pequenos solos que tiveram estreia oficial no festival Danças da Cidade em 2002. Nesse mesmo ano foi bolseira do Centro Nacional de Cultura. Em 2003 cria um díptico a solo, Icebox Fly. Winter Kick (Festival A8). Em 2006 cria Subwoofer, uma extravagante performance vídeo-musical, com estreia no Festival Alkantara. O seu último trabalho, Vice-Royale.Vain-Royale.Vile-Royale estreou em Fevereiro 2009 na Culturgest em Lisboa. Tem continuado a criar peças curtas e a desenvolver inúmeros e variados projectos. O seu trabalho tem sido apresentado em vários Festivais e Teatros em Portugal, França, Dinamarca, Alemanha, Suíça, Bélgica, Croácia, Áustria, Brasil, Espanha, Itália e Reino Unido, Rússia, Tunísia e Brasil. |
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| Valter Hugo Mãe |
Nasceu em Angola, Saurimo, em 1971. Passou a infância em Paços de Ferreira, vive em Vila do Conde desde 1981. Licenciado em Direito, pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Vencedor do Prémio José Saramago com o romance o remorso de baltazar serapião, Quidnovi, 2006. Autor também do romance o nosso reino, Temas & Debates, 2004, considerado pelo Diário de Notícias o melhor romance português editado nesse ano. Escreveu diversos livros de poesia e organizou várias antologias. Esporadicamente, dedica-se às artes plásticas, tendo realizado a sua primeira exposição, intitulada o rosto de gregor samsa, no final de 2006 na Galeria Símbolo, Porto. |
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