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Biografias (A-Z)
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  Catarina Miranda
Catarina Miranda

Catarina Miranda
Trabalha com linguagens que interceptam dança, performance, cenografia e luz, abordando o corpo como veículo de mediação de estados hipnagógicos, gestos e procedimentos para a consciência visceral do presente. Licenciada em Artes Visuais pela Faculdade de Belas Artes do Porto. Terminou os Cursos "Dança para a Comunidade"/ Fórum Dança, "Formação Intensiva Aplicada"/ Centro Em Movimento e "Berlin Post School for Physical Theater and Dance" (Berlim/2010). Apresentou as peças Shark| The Celestial Emporium of Benevolent Knowlegde (2015), Ram Man/The Quiver Made Of Flesh (2013), Amenta (2012), Mazezam (2012), Flocking Herding Shoaling Swarming (2011), Biting Song Concert (2009-11). 
Participou nas peças Silvo (2015), DEL (2014), Santa Víscera Tua (2014), Khorus Anima (2012) de Jonathan Uliel Saldanha.
Co-fundadora do colectivo de dança Flocks&Shoals (Berlim) e do Espaço AltesFinanzamt (Berlim).
 
  Filipe Caldeira
Filipe Caldeira

Filipe Caldeira nasceu em Vila do Conde, 1982. Inicia em 2000 o seu estudo em manipulação de objetos e desenvolve um particular interesse na sinergia entre o corpo e o objeto. Ao longo dos anos de prática vai dando primazia ao imaterial, ao corpo e à voz como gatilhos autónomos. Em 2005 inicia-se profissionalmente como autor e intérprete e desde então tem participado em diversos projetos.

 
  Gabriel Schenker
Gabriel Schenker

Gabriel Schenker nasceu em Washington D.C., cresceu no Rio de Janeiro e vive em Bruxelas há onze anos. Depois de concluir estudos na Escola de dança Contemporânea P. A. R. T. S., co-fundou o colectivo Busy Rocks com o qual criou e interpretou trabalhos como Dominos and Butterflies e Throwing Rocks. Como performer, colaborou com Anne Teresa de Keersmaeker/Rosas, Thomas Hauert/ZOO, Eleanor Bauer, Robin Jonsson, Doris Stelzer e Alexandra Bachzetsis.
Paralelamente a estas actividades, Gabriel licenciou-se em Filosofia na European Graduate School com a dissertação Organic Texture: A Dialogue between Deleuze and Guattari, the Life Sciences and Catherine Malabou. Este trabalho foi desenvolvido como uma extensão à sua pesquisa artística intitulada Moving-Thinking.
Em Janeiro 2016 cria Pulse Constellations, um solo de dança baseado na complexa composição musical electrónica Pulse Music III de John McGuire.



 
  Iñaki Alvarez
Iñaki Alvarez

Vive e trabalha em Barcelona. O seu trabalho provém da performance e desenvolve-se no âmbito do vídeo, da fotografia, das artes performativas e curadoria. Actualmente desenvolve o projecto Air-condition, um projecto que propõe tornar explícito o ar como elemento integrante das nossas vidas, em colaboração com diferentes agentes culturais. O projecto foi apresentado em diferentes formatos: no Festival Salmón de Barcelona, Teatro Campo Alegre do Porto, FID Finestra Internacional de la dansa de Barcelona, Macba Barcelona e CA2M de Madrid. Nos últimos quatro anos criou com Ariadna Rodriguez a Asociación cultural nyamnyam. Nyamnyam é uma associação cultural sem fins lucrativos que desenvolve projectos curatoriais e artísticos no âmbito das artes performativas e das artes visuais.
 
  Joana von Mayer Trindade, Hugo Calhim Cristóvao
Joana von Mayer Trindade, Hugo Calhim Cristóvao

Joana von Mayer Trindade

Coreógrafa Performer Professora. Mestre em SODA Solo Dance Authorship, U. A. Berlim Licenciada em Psicologia pela FPCEUP. Fundadora com Hugo Calhim Cristovão da NuIsIs ZoBoP. Curso de Interpretes de Dança Contemporânea (1999) e Curso Reciclagem de Monitores de Dança para a Comunidade (2001) Forum Dança Curso Essais (2006) no CNDC d’Angers | Emmanuelle Huynh (Bolseira da F Calouste Gulbenkian). Enquanto interprete trabalhou com: Antonio Carallo, Wil Swanson, Paulo Henrique, Olga Roriz, Filipe Viegas, Sónia Baptista, Min Tanaka, Deborah Hay, Ana Clara Guerra Marques, Emmanuelle Huynh, Eric Didry, Danya Hammoud e Isabelle Schad. Com direcção e criação de Hugo Calhim Cristovão, cria e interpreta as peças: She Will Not Live, VELEDA e ZOS (She Will Not Live). 2011 apresenta o solo Conquest, de Deborah Hay uma adaptação coreográfica Improvisações/Colaborações Serralves. 2012 acompanha a exposição Moments A History of Performance in 10 Acts e publica texto Truthful Images na revista CORPUS. Da sua autoria destaca as peças: “Between Being and Becoming” para a companhia Edge, The Place London, Installation-Exhibition For All, and For None, M E N I N A S , S A L T U S e NAMELESS NATURES. Peças apresentadas no Festival Trama, Festival Materiais Diversos, PT13, 2ª plataforma criadores emergentes EDN&modul-dance 2014, Serralves em Festa 2015, ZDB (Lisboa), Rivoli, CNDC’Angers, Uferstudios Berlim. É autora dos ensaios: “Just a Point. No More, No Less”, “Chaos as an Inevitable Tool for Composition” e “The Cruelty of Creation”.

Hugo Calhim Cristóvão

Encenador, Pedagogo, Investigador. Licenciatura em Teatro-Direção de Atores, na ESMAE-IPP. Licenciatura em Filosofia (18) FLUP; Pós-Graduação em Filosofia Contemporânea (18), FLUP. Leccionou Oficina de Expressão Dramática I e Oficina de Expressão Dramática II no ensino secundário. Leccionou as disciplinas Corpo e Movimento Cénico II e III Improvisação II, na Faculdade de Évora. Destaca as experiências de trabalho com Conceição Nunes, Polina Klimovitskaia, Rogério de Carvalho, Malcolm Morrison, Min Tanaka, Christinne de Villepoix, Laurie Booth, Thomas Richards, Andrezj Mayak, Andrezj Sadowsky, Zygmunt Molik, Elizabete Disdier, Alain Richardson , Krystian Lupa e Guennadi Bogdanov. Criador do grupo de pesquisa "NuIsIs ZoBoP, onde dirigiu e dirige regularmente os processos de investigação continua "Thanateros – Trainings psicofisicos e psicovocais de descontextualização activa para performers" e "Ex Nihilo- Estratégias de criação livre e improvisação sistemática. Para o mesmo grupo criou, escreveu, e dirigiu "ABBADON" para Paula Cepeda Rodrigues e “SHE WILL NOT LIVE”, "VELEDA" e "ZOS (She Will Not Live)", para Joana von Mayer. Coaching e Dramaturgia nas peças " SALTUS", "NAMELESS NATURES", e codirecção nas peças "MENINAS", e "BETWEEN BEING AND BECOMING" de Joana von Mayer. Orientou teses de mestrado e de licenciatura de Joana von Mayer (HZT Berlim) e Paula Cepeda Rodrigues (U.Évora). Mestrando em Filosofia, áreas de Metafisica e Ontologia (Ator-Rede) e Pensamento Português.


 
  João dos Santos Martins
João dos Santos Martins

João dos Santos Martins nasceu em Santarém em 1989. É licenciado em Dança pela ESD - Lisboa (2010) e mestre em Estudos Coreográficos pela Paul Valèry III/ex.e.r.ce - programa dirigido por Mathilde Monnier em Montpellier (2013). Frequentou igualmente a Codarts, a P.A.R.T.S. e o MA-CuP em Giessen, dirigido por Bojana Kunst.
Colabora como intérprete com Eszter Salamon e Xavier Le Roy e trabalhou anteriormente com Cão Solteiro, Ana Borralho & João Galante e Rui Horta, entre outros. Do seu trabalho contam a adaptação do solo Conquest (2010) de Deborah Hay, a reconstrução de Continuous Project Altered Daily (1970 - 2011) de Yvonne Rainer, em colaboração com os alunos ex.e.r.ce, Xavier le Roy e Christophe Wavelet, e a produção coreográfica de Tropa Fandanga (2014) do Teatro Praga. Criou Le Sacre du Printemps (2013), co-dirigido com Min Kyoung Lee, Masterpiece (2013), Projecto Continuado (2015) - Prémio Autores SPA 2016 - e Autointitulado (2015) com Cyriaque Villemaux. Mais recentemente, foi convidado a dirigir Vera Mantero, João Fiadeiro, Clara Andermatt e Paulo Ribeiro no evento Reencontro (2016) onde, juntamente com Ana Bigotte Vieira, elaborou o projecto de historização colectiva da dança em Portugal “Para uma timeline a haver”.
 A convite do Walk&Talk Azores criou #dancewithsombody (2016) para e com o Núcleo de Artes Performativas 37,25. 
João dos Santos Martins recebeu a bolsa de mérito da ESD-IPL 2008/09, foi bolseiro do programa danceWeb 2010, do Centro Nacional de Cultura (2010), do programa ENPARTS (2010/11) e da Fundação Calouste Gulbenkian (2011-13). É atualmente “artista residente” da Circular Associação Cultural e prepara um novo projeto com Rita Natálio, Antropocenas, que terá a sua estreia em 2017. O seu trabalho foi apresentado em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Áustria, Roménia, República da Coreia e Nova Zelândia.  


 
  João Sousa Cardoso
João Sousa Cardoso

João Sousa Cardoso (1977)
Doutorado em Ciências Sociais, pela Universidade Paris Descartes (Sorbonne). Desenvolveu, em 2015, a criação TEATRO EXPANDIDO! no Teatro Municipal do Porto. Em 2014, criou MIMA-FATÁXA, a partir de Almada Negreiros, coproduzido pelo Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Viriato, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Municipal da Guarda e Teatro Virgínia. Criou ainda os espetáculos Raso como o Chão (2012) no Teatro Nacional São João, no Porto, A Carbonária (2008), com estreia no Teatro Municipal de Bragança, e O Bobo (2006), com apresentações nas Universidades de Paris 3, Paris 4, Paris 8 e Paris 10 e estreia nacional no Teatro Taborda, em Lisboa. Autor dos filmes Cinema Mudo (2006) e 2+2 (2008), estreado no Jeu de Paume, em Paris. Realizou os filmes Baal a partir de Bertolt Brecht (2013), A Ronda da Noite a partir de Heiner Müller (2013) e A Santa Joana dos Matadouros a partir de Bertolt Brecht (2014). Artista em residência na Fondazione Pistoletto (Itália), em 2002, e em Expédition – Plateforme Européenne d’Échanges Artistiques, a convite dos Laboratoires d’Aubervilliers, nas cidades de Amesterdão, Viena e Paris, entre 2007 e 2008. Integrou a exposição Às Artes, Cidadãos!, no Museu de Serralves, em 2010.  Realizou, com André Sousa, o filme Na Selva das Cidades, rodado em São Paulo (Brasil), produzido pela Casa do Povo com o apoio da Fundação Manuel António da Mota.
 
  Joclécio Azevedo
Joclécio Azevedo

Joclécio Azevedo
Brasil, 1969. Vive no Porto desde 1990. Os seus trabalhos atravessam diferentes disciplinas artísticas, tendo-se dedicado mais intensamente à criação coreográfica a partir de 1999. Tem participado regularmente em projectos de criação e investigação, desenvolvendo colaborações e integrando residências artísticas em diversos contextos, dentro e fora do país. Além do seu trabalho como performer, tem desenvolvido acções de formação ligadas à coreografia, dramaturgia e mais recentemente à sonoplastia. 
Foi director artístico do Núcleo de Experimentação Coreográfica, no Porto,  entre 2006 e 2011. A partir de 2010 integra o conselho de curadores da Fundação GDA. A partir de 2012 começou a colaborar com a Circular Associação Cultural, em Vila do Conde, como artista residente.

 
  Volmir Cordeiro
Volmir Cordeiro

Graduado em teatro (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Brasil), Volmir Cordeiro (1987) obteve, em 2013, o Mestrado em Dança, Criação e Performance pelo Centre National de Danse Contemporaine d’Angers – Direção Emmanuelle Huynh, em parceria com o departamento de dança da Université Paris VIII , onde ele inicia uma tese sobre representações de gestos marginais na dança contemporânea. Intérprete e coreógrafo, ele trabalhou com os artistas Alejandro Ahmed, Cristina Moura, Lia Rodrigues, Xavier Le Roy, Emmanuelle Huynh, Laurent Pichaud, Manuel Vallade. Seu primeiro solo, Céu, foi desenvolvido durante o mestrado e foi apresentado em festivais no Brasil e na Europa. Inês, solo de 2014, confirma seu trabalho sobre a construção e a invenção de figuras cênicas atreladas ao imaginário da marginalidade. Volmir Cordeiro participou dos grupos de reflexão em festivais como TranzFabrik, Kunstenfestivaldesarts e Festival Panorama, através de discussões entorno da crítica, dramaturgia e composição em dança. Sua mais recente criação é um duo com a intérprete Marcela Santander, intitulado Época (2015).