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  Programa detalhado | Circular Festival de Artes Performativas - 7ª edição | 24 de setembro a 1 de Outubro de 2011 | Vila do Conde
Nota de agenda...

08.09.11
Programa detalhado | Circular Festival de Artes Performativas - 7ª edição | 24 de setembro a 1 de Outubro de 2011 | Vila do Conde
Nota de agenda...


Circular Festival de Artes Performativas
7ª edição
24 de Setembro a 1 de Outubro de 2011
Vila do Conde


De 24 de Setembro a 1 de Outubro, Vila do Conde volta a ser palco do Circular Festival de Artes Performativas. Numa edição fortemente marcada pelas estreias absolutas ou nacionais, o Circular apresenta várias propostas que atravessam diferentes linguagens artísticas, como a dança contemporânea, a performance, as artes plásticas, o teatro e a música.

Programa | Bilhetes e reservas | Informações | Cartaz (Jpeg) | Spot (You Tube)

 

Wall against the sea
Alexandre Estrela
24 de Setembro a 13 de Novembro
Solar Galeria de Arte Cinemática

24 de Setembro, Sábado, 18h00 | Inauguração com a presença do artista
Entrada Livre
Encomenda do Circular numa parceria com o projecto Estaleiro


(M)IMOSA Twenty looks or Paris is burning at the Judson Church (M)
Cecilia Bengolea, François Chaignaud, Trajal Harrell & Marlene Monteiro Freitas
24 de Setembro, Sábado, 22h00
Teatro Municipal de Vila do Conde
Estreia nacional

Projecto de Improvisação a partir de In C, de Terry Riley
Direcção Musical: Miquel Bernat | Direcção de Improvisação de movimento: Mark Tompkins | Interpretação Musical: Drumming GP | Improvisação de Movimento/Bailarinos: Elizabete Francisca, Frans Poelstra, Mariana Tengner, Sofia Dias, Vera Mantero, Vítor Roriz e Mark Tompkins
25 Setembro, Domingo, 17h00
Jardim do Centro de Memória
Entrada Livre

Espectáculo do Ciclo "Improvisações/Colaborações" programado pela Fundação de Serralves e integrado no programa do Circular Festival de Artes Performativas, em resultado da parceria com a Circular Associação Cultural e a Câmara Municipal de Vila do Conde. Mais informações em www.serralves.pt.

Literal
Francisco Tropa & Laurent Pichaud
28, 29, 30 de Setembro, Quarta, Quinta e Sexta, 19h00-21h00
Auditório Municipal de Vila do Conde e terreno vago anexo ao Mosteiro de Santa Clara (Av. Figueiredo Faria)
Entrada Livre
Estreia absoluta

War of Fictions
Sidney Leoni & Luís Miguel Félix
30 de Setembro, Sexta, 21h30
Teatro Municipal de Vila do Conde
Estreia absoluta

The Trap
Mariana Tengner Barros
1 de Outubro, Sábado, 21h30
Teatro Municipal de Vila do Conde
Estreia absoluta

Estamos ao dispor para quaisquer pedidos.

Carolina Medeiros

08.09.11 
  CIRCULAR Festival de Artes Performativas, 7ª edição | 24 de Setembro a 1 de Outubro de 2011 | Vila do Conde
Nota de imprensa...

19.07.11
CIRCULAR Festival de Artes Performativas, 7ª edição | 24 de Setembro a 1 de Outubro de 2011 | Vila do Conde
Nota de imprensa...


Circular Festival de Artes Performativas
7ª edição
24 de Setembro a 1 de Outubro de 2011
Vila do Conde


O Circular - Festival de Artes Performativas realiza de 24 de Setembro a 1 de Outubro de 2011 a sua 7ª edição e traz a Vila do Conde várias propostas nas áreas da dança contemporânea, performance, artes plásticas, teatro e música, privilegiando o envolvimento com os processos criativos.

Nesta edição do Festival, destaque para a apresentação em estreia absoluta do trabalho "Literal" desenvolvido em residência artística por Laurent Pichaud e Francisco Tropa, artista plástico seleccionado para representar Portugal na 54ª edição da Bienal de Veneza. Francisco Tropa e Laurent Pichaud participaram na 3ª edição do Circular e a convite do Festival apresentam agora o resultado final de um projecto de colaboração artística, iniciado em 2010.

Em estreia absoluta integram ainda a programação do Festival as peças "War of Fictions", uma co-produção do Circular da dupla de criadores Sidney Leoni e Luís Miguel Félix, e "The Trap", da autoria de Mariana Tengner Barros.

Entre outras propostas, o Circular, numa parceria com o projecto Estaleiro da Curtas Metragens CRL, apresenta uma nova exposição do artista Alexandre Estrela, encomenda da 7ª edição do Festival.

À semelhança dos anos anteriores, o Circular terá lugar no Teatro Municipal de Vila do Conde, no Auditório Municipal, na Solar Galeria de Arte Cinemática e noutros locais a definir de acordo com o resultado dos trabalhos realizados em residência artística.

A 7ª edição do Circular conta com o apoio da Presidência do Conselho de Ministros / Secretaria de Estado da Cultura / Direcção-Geral das Artes e da Câmara Municipal de Vila do Conde.


Estamos ao dispor para quaisquer pedidos.

Carolina Medeiros

19.07.11 
  Solo ‘Conquest’ de Deborah Hay adaptado por 8 coreógrafos portugueses em Vila do Conde | 30 de Junho e 2 de Julho, 21h30, Teatro Municipal
Nota de imprensa...

16.06.11
Solo ‘Conquest’ de Deborah Hay adaptado por 8 coreógrafos portugueses em Vila do Conde | 30 de Junho e 2 de Julho, 21h30, Teatro Municipal
Nota de imprensa...


'Oporto Solo Project Commission'
Coreografia do solo 'Conquest' de Deborah Hay

30 de Junho :: Quinta :: 21h30
Teresa Silva, Sofia Neves, António Júlio, David Marques

2 de Julho :: Sábado :: 21h30
Joana von Mayer Trindade, João Martins, Jorge Gonçalves, Cristiana Rocha

Teatro Municipal de Vila do Conde


Integrada no programa Improvisações/Colaborações (1), a Fundação de Serralves convidou a coreógrafa norte-americana Deborah Hay a realizar o 'OPorto Solo Project Commission', um projecto que conta com a parceria da Circular Associação Cultural e da Câmara Municipal de Vila do Conde.

Deborah Hay é um dos nomes maiores da dança contemporânea e pertenceu à geração dos experimentalistas americanos da Judson Church Dance Theater, um dos movimentos artísticos mais radicais dos anos 60, profundamente influenciado por Merce Cunningham e John Cage.

O projecto 'OPorto Solo Project Commission', estruturado ao longo de várias fases, conclui-se com a apresentação das adaptações da peça 'Conquest', de Deborah Hay, pelos coreógrafos portugueses António Júlio, Cristiana Rocha, David Marques, Joana von Mayer Trindade, João Martins, Jorge Gonçalves, Sofia Neves e Teresa Silva.

O processo, que decorreu ao longo de vários meses, implicou a realização de uma audição (21 e 22 de Dezembro de 2010, Auditório de Serralves), na qual foram seleccionados oito coreógrafos portugueses, e de uma residência artística (2 a 11 de Março de 2011, Teatro Municipal de Vila do Conde), dirigida por Deborah Hay, no Teatro Municipal de Vila do Conde, na qual se realizou a transmissão do solo 'Conquest', peça que será adaptada por cada um dos coreógrafos através de uma prática diária individual e de um compromisso de aplicação dos conceitos fundamentais legados aos artistas pela coreógrafa.

A concepção e estruturação das peças associadas à representação corpórea e inteligência individual dos coreógrafos deram lugar a adaptações dramaturgicamente diferentes, embora prevaleçam elementos comuns reconhecíveis.

O projecto 'OPorto Solo Project Commission' é, na sua essência, uma experiência de encontro e retransmissão.

Deborah Hay considera que "(...) toda a adaptação inclui a execução do material específico, e não específico mas facilmente discernível, contido na partitura da dança que forneço por escrito. Seja a linguagem detalhada ou vaga, entre a partitura escrita e a interpretação, escondem-se elementos que não podem ser definidos porque a minha "dialéctica" verbal é deliberadamente incapaz de definir a dialéctica de movimento do intérprete. A significância de uma adaptação inclui as limitações impostas aos intérprete pela minha coreografia e/ou as limitações que o intérprete impõe a si mesmo."

As novas peças resultantes serão apresentadas pela primeira vez ao público nos dias 30 Junho, Quinta-feira, e 2 Julho, Sábado, às 21h30, no Teatro Municipal de Vila do Conde. 

Os bilhetes encontram-se à venda no Teatro Municipal de Vila do Conde.

Mais informações em www.serralves.pt e www.circularfestival.com.

Estamos ao dispor para quaisquer pedidos.

Carolina Medeiros


Notas:

(1) O projecto Improvisações/Colaborações é um ciclo de numerosas manifestações culturais no ano de 2011, que articula o programa do Museu de Arte Contemporânea de Serralves com os programas de numerosas entidades artísticas independentes que, na Região Norte, têm assumido o protagonismo das novas cenas culturais, originando a produção de exposições e de espectáculos específicos que cruzam as experiências de diferentes artistas portugueses e estrangeiros. Muitos dos projectos a produzir partem de co-produções a negociar entre instâncias locais e internacionais, assegurando uma circulação dos projectos fora de Portugal e contribuindo para o reconhecimento internacional de criadores e empresas localizados na Região Norte. Tendo por base a experiência, o “savoir faire” e a notoriedade que hoje são reconhecidos, de forma generalizada, à Fundação de Serralves, seja no plano nacional ou internacional, na realização de grandes eventos/momentos culturais, visa-se com este projecto colocar este capital próprio ao serviço da consolidação e internacionalização do cluster regional das indústrias criativas. Este projecto é co-financiado pelo Programa Operacional da Região do Norte - Sistema de Apoio ao Cluster de Indústrias Criativas - Grandes Eventos (SACIC – GE/1/2009).


16.06.11 
  Maestro António Victorino d´Almeida em Vila do Conde | 3 de Junho, Sexta, 22h00, Centro de Juventude
Nota de imprensa...

02.06.11
Maestro António Victorino d´Almeida em Vila do Conde | 3 de Junho, Sexta, 22h00, Centro de Juventude
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Encontros Derivas
"Para que servem a Arte e o Conhecimento em geral?

Com Maestro António Victorino d´Almeida
3 de Junho, Sexta, 22h00-23h30
Centro Municipal da Juventude, Vila do Conde

 
A Circular, associação cultural promotora do festival de artes performativas com o mesmo nome, em parceria com a Câmara Municipal de Vila do Conde e Centro de Memória de Vila do Conde, organiza a 3ª edição dos Encontros "Derivas - Para que serve, a arte e o conhecimento em geral?", integrados no programa de actividades pedagógicas "Derivas Artísticas", com concepção e orientação de Magda Henriques (1).

A 3 de Junho, Sexta-feira, às 22h00, no Centro Municipal da Juventude, Vila do Conde, decorre a terceira sessão dos Encontros Derivas 2011 com a participação do Maestro António Victorino d´Almeida.

António Victorino d´Almeida fez o curso de piano do Conservatório de Lisboa e diplomou-se na Academia de Viena (1968), onde estudou regência de orquestra e música electrónica. Compôs peças para piano e para orquestra, bem como uma cantata sobre Os Lusíadas. Escreveu o romance Coca Cola Killer (1981) e tem também exercido actividades como crítico e realizador de programas culturais para rádio e televisão. No cinema, destaca-se com o filme A Culpa (1980). Mais informações em http://www.antoniovictorinodalmeida.org/.

Os bilhetes custam 3 € (preço único) e estão disponíveis para venda exclusiva no local cerca de meia hora antes da sessão.

Os Encontros Derivas decorrem até ao final de 2011, no Centro de Memória, das 22h00 às 23h00, às Sextas, a 14 de Outubro com Madalena Victorino e 18 de Novembro com Alexandre Quintanilha.

O "Derivas Artísticas" é um programa de actividades pedagógicas organizado pela Circular que vem ao encontro de um dos principais objectivos desta associação - promover a proximidade entre a arte e as pessoas. Foram já convidados dos Encontros: valter hugo mãe, Tolentino de Mendonça, Alberto Carneiro, Frei Bento Domingues, Carlos Fiolhais, Álvaro Laborinho Lúcio, Miguel Bonneville, António Júlio e Cristina Grande, António Pinto Ribeiro e Ana Luísa Amaral.

A Circular é um projecto sediado em Vila do Conde, com direcção e programação de Paulo Vasques e Dina Magalhães. O seu modelo de intervenção contempla um festival, cuja primeira edição realizou-se em 2005, um programa de actividades pedagógicas e, para os próximos dois anos, um conjunto de acções na vertente das artes performativas e de carácter regular na cidade. A Circular conta, desde o seu início, com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Conde e do Ministério da Cultura/ Direcção-Geral das Artes

O programa completo está disponível em http://www.circularfestival.com/actividades/derivasartisticas/pt.
 

Estamos ao dispor para quaisquer pedidos.

Carolina Medeiros
02.06.11 
  Vera Mantero estreia em Vila do Conde "O que podemos dizer do Pierre" | 21 de Maio, Sábado, 21h30 | Teatro Municipal de Vila do Conde
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09.05.11
Vera Mantero estreia em Vila do Conde "O que podemos dizer do Pierre" | 21 de Maio, Sábado, 21h30 | Teatro Municipal de Vila do Conde
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"O que podemos dizer do Pierre" de Vera Mantero
21 de Maio de 2011, Sábado, 21h30
Teatro Municipal de Vila do Conde

Estreia nacional


A Circular,
associação cultural promotora do festival de artes performativas com o mesmo nome, vai estrear a 21 de Maio, Sábado, às 21h30, no Teatro Municipal de Vila do Conde - Sala 1, o solo de dança "O que podemos dizer do Pierre", a mais recente criação da artista Vera Mantero que será apresentada pela primeira vez em Portugal.

A obra coreográfica tem concepção e interpretação de Vera Mantero, banda sonora de Gilles Deleuze (Excertos de “Spinosa: Immortalité et Éternité”) e é uma produção da associação O Rumo do Fumo em co-produção com o Festival Escena Contemporanea de Madrid, onde estreou a 29 de Janeiro de 2011.

O espectáculo será seguido de uma conversa sobre Gilles Deleuze e dança com a participação de António Guerreiro e de Vera Mantero. Os bilhetes custam 5 euros (preço único) e estão à venda na bilheteira do Teatro Municipal de Vila do Conde (252  290 050).

“Em 2006 e no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Dança, apresentei no Porto, no Balleteatro, uma pequena improvisação ao som da voz de Gilles Deleuze dando uma aula sobre Espinoza e o seu conceito dos 3 tipos de conhecimento possíveis ao ser humano (o discurso em causa centra-se no 1º tipo de conhecimento, e mais básico, aquele em que quase todos se movimentam...). Manipulei as temporalidades do discurso de Deleuze, mas apenas minimamente, porque este já possui temporalidades muito particulares. E baseei o meu movimento na insistência e no grounding, um corpo que pressiona e empurra espaços e vai todo em direcção ao chão. Esta proposta apresenta-se na linha de vários outros trabalhos que tenho feito, em que são propostas multiplicidades que põem em interacção filosofia e intuição, verbal e não-verbal, racional e irracional. O Festival Escena Contemporânea viu no Youtube o precário vídeo que lá se encontra com um excerto dessa experiência, interessou-se e propôs-me que desenvolvesse e apresentasse este trabalho.”
Vera Mantero

Vera Mantero estudou dança clássica e integrou o Ballet Gulbenkian entre 1984 e 1989. Começou a sua careira coreográfica em 1987, e desde 1991 tem mostrado o seu trabalho por toda a Europa, Argentina, Brasil, Canada, EUA e Singapura. Destes trabalhos destacam os solos “Uma rosa de músculos” (1989), “Talvez ela pudesse dançar primeiro e pensar depois” (1991), “Olympia” (1993) e “uma misteriosa Coisa, disse o e.e.cummings*” (1996), como também as peças de grupo “Sob” (1993), “Para Enfastiadas e Profundas Tristezas” (1994), “Poesia e Selvajaria” (1998), “Até que Deus é destruído pelo extremo exercício da beleza” (2006) e a sua última criação “Vamos sentir falta de tudo aquilo de que não precisamos” (2009). Vera Mantero participa regularmente em projectos internacionais de improvisação como “Crash Landing” e “At the table”, iniciativas da coreógrafa Meg Stuart, e “On the Edge”, iniciativa de Mark Tompkins. Desde o ano 2000 dedica-se igualmente ao trabalho de voz, cantando repertório de vários autores e co-criando projectos de música experimental. Representou Portugal na 26ª Bienal de São Paulo 2004 em parceria com o escultor Rui Chafes com a peça “Comer o Coração”. No ano 2007 Vera Mantero co-realizou e montou a sua versão do filme “Curso de Silêncio” (co-realização com Miguel Gonçalves Mendes). Em 1999 a Culturgest organizou uma retrospectiva do seu trabalho. No ano de 2002 foi-lhe atribuído o Prémio Almada (IPAE/Ministério da Cultura Português) e no ano 2009 o Prémio Gulbenkian Arte pela sua carreira como criadora e intérprete. 
Para ela a dança não é um dado adquirido, acredita que quanto menos o adquirir mais próxima estará dela, usa a dança e o trabalho performativo para perceber aquilo que necessita de perceber, vê cada vez menos sentido num performer especializado (um bailarino ou um actor ou um cantor ou um músico) e cada vez mais sentido num performer especializadamente total, vê a vida como um fenómeno terrivelmente rico e complicado e o trabalho como uma luta contínua contra o empobrecimento do espírito, o seu e o dos outros, luta que considera essencial neste ponto da história.

Trata-se da terceira vez que Vera Mantero participa em actividades da Circular. Em 2005, ano inaugural do Circular Festival de Artes Performativas, a coreógrafa contou com uma dupla apresentação em Vila do Conde com as peças “uma misteriosa Coisa, disse o e.e. cummings” e “Olympia”. Mais recentemente, em 2007, Vera Mantero e Miguel Gonçalves Mendes foram convidados pelo Festival Temps d'Images em co-produção com o Circular Festival de Artes Performativas para apresentar uma criação conjunta na qual se cruzassem as suas áreas de criação artística – a dança e o cinema. Deste convite surgiu "Curso de Silêncio", dois filmes baseados no universo imagético de Maria Gabriela Llansol, rodados na íntegra no decorrer da 3ª edição do Circular Festival.

A Circular Associação Circular é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura/Direcção-Geral das Artes e com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Conde.


Algumas imagens estão disponíveis para download em http://www.circularfestival.com/imprensa/imagens/pt

Mais informações em www.circularfestival.com

Estamos ao dispor para quaisquer pedidos.

Carolina Medeiros
09.05.11 
  António Pinto Ribeiro inicia 3ª edição dos Encontros Derivas | 15 de Abril, Sexta, 22h00 | Centro de Memória, Vila do Conde
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02.04.11
António Pinto Ribeiro inicia 3ª edição dos Encontros Derivas | 15 de Abril, Sexta, 22h00 | Centro de Memória, Vila do Conde
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A 3ª edição dos Encontros Derivas "Para que Servem a Arte e o Conhecimento em Geral?" iniciam-se a 15 de Abril, Sexta, às 22h00, com António Pinto Ribeiro, investigador, professor e programador do Programa Gulbenkian Próximo Futuro. A sessão decorre no Centro de Memória, em Vila do Conde.

A Circular inicia a15 de Abril, Sexta-feira, às 22h00, no Centro de Memória em Vila do Conde, a 3ª edição dos Encontros Derivas "Para que Servem a Arte e o Conhecimento em Geral?" com a participação nesta primeira sessão de António Pinto Ribeiro, professor/ conferencista convidado em diversas universidades nacionais e internacionais, investigador, programador cultural e colaborador regular na imprensa especializada.

António Pinto Ribeiro foi director artístico da Culturgest desde a sua criação em 1992 até Abril de 2004. Foi programador geral do fórum cultural O Estado do Mundo na Fundação Calouste Gulbenkian, do Programa Gulbenkian de Criatividade e Criação Artística e do Programa Gulbenkian Distância e Proximidade. É, actualmente, programador do Programa Gulbenkian Próximo Futuro. Da sua obra publicada, destacam-se "Ser Feliz é Imoral? - Ensaios sobre Cultura, Cidades e Distribuição" e "À Procura da Escala - cinco exercícios disciplinados sobre cultura contemporânea".

Os próximo encontros decorrem a 13 de Maio e conta com a participação de Ana Luísa Amaral, poeta e professora de Literatura e Cultura Inglesa e Americana na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e a 3 de Junho, com o Maestro António Victorino d´Almeida.

Os encontros prosseguem a 14 de Outubro com Madalena Victorino e a 18 de Novembro com Alexandre Quintanilha.

Os Encontros Derivas "Para que Servem a Arte e o Conhecimento em Geral?" têm um preço único por sessão de 3 €.

A Circular, associação cultural promotora do festival de artes performativas com o mesmo nome, foi recentemente apoiada no âmbito do Concurso de Apoios Directos às Artes na área Cruzamentos Disciplinares, modalidade de apoio bienal relativo a 2011 e 2012, do Ministério da Cultura/Direcção-Geral das Artes.

O Júri, formado por Paula Varanda, Paulo Trincão, Rui Sena e presidido por Mónica Guerreiro (DGArtes), destaca em acta que a Circular "vem acrescentar uma nova dimensão ao trabalho desenvolvido na forma de um festival transdisciplinar e de um programa de actividades de natureza pedagógica, através da integração de programação regular em parceria com outras entidades, permitindo alargar o espectro da sua acção e acentuar uma linha de intervenção com preocupações de descentralização e dinamização de oferta cultura e acesso público aos diversos domínios da actividade artística".

Num total de 15 entidades apoiadas a nível nacional, a Circular é classificada em 5º lugar com a atribuição de 46.773 € para 2011 e 53.130 € para 2012. Os resultados finais foram oficialmente divulgados no dia 28 de Março de 2011 e todos os documentos relativos à decisão do Júri encontram-se disponíveis para consulta no sítio da Direcção-Geral das Artes em www.dgartes.pt.

A Circular é um projecto sediado em Vila do Conde, com direcção e programação de Paulo Vasques e Dina Magalhães. O seu modelo de intervenção contempla um festival, cuja primeira edição realizou-se em 2005, um programa de actividades pedagógicas e, para os próximos dois anos, um conjunto de acções na vertente das artes performativas e de carácter regular na cidade. A Circular conta, desde o seu início, com o apoio da Câmara Municipal de

Estamos ao dispor para quaisquer pedidos.

Carolina Medeiros

02.04.11