Edições

  • Jornal Coreia

  • Jornal Coreia

    Coreia é um projecto editorial de carácter artístico, crítico e discursivo, a propósito das artes em geral, firmado numa relação umbilical com a dança. Independente, experimental e internacionalista, o jornal, de tiragem semestral e distribuição gratuita, está focado no discurso produzido pelas obras e pelos artistas, e preocupado em divulgar formatos vários como partituras, manifestos, entrevistas, crónicas, ensaios, críticas e reflexões em língua portuguesa.

    Coreia é impresso e distribuído em papel em todo o território nacional. A cada nova edição, é disponibilizada online a edição anterior.

    Direcção Editorial: João dos Santos Martins | Edição, produção e distribuição: Associação Parasita, Circular Associação Cultural

    www.coreia.pt

  • 10 encomendas – Circular Festival de Artes Performativas


  • 10 encomendas – Circular Festival de Artes Performativas <br />
    "10 encomendas – Circular Festival de Artes Performativas” reúne documentação de 10 projectos resultantes de encomendas realizadas no âmbito do festival: André Guedes “Neiva” (2005), Adriana Sá & LixoLuxoPóetico “Retorno Elástico” (2006), Francisco Tropa “Um Traço Sobre um Muro” (2007), Alejandra Salinas & Aeron Bergman “Kahuna”, “Ikea das Rendas (2008), Carla Cruz “Utopias, Ciborgues e Outras Casas nas Árvores” (2009), Joclécio Azevedo “Uma Peça Encomendada” (2009), Calhau! “A Côrte d´Urubu” (2010), Alexandre Estrela “Wall Against the Sea” (2011), Francisco Tropa & Laurent Pichaud “Literal” (2011), Margarida Mestre “Oxalá” (2012).

    Edição: Circular Associação Cultural | Local de edição: Vila do Conde | Ano de edição: 2014 | Design gráfico: João Alves Marrucho
  • Intermitências

  • Intermitências
    Esta publicação reúne toda a documentação produzida à volta do projecto “Intermitências”, realizado em vários espaços do Rivoli – Teatro Municipal do Porto entre Maio de 2015 e Fevereiro de 2016. O projecto desenvolveu-se através de uma série de curtas residências artísticas intermitentes e interligadas, seguidas de apresentações em processo que convocavam o uso de diferentes espaços do teatro, implicando diversos materiais de construção plástica e coreográfica. O questionamento em torno do uso do tempo e da ideia de “produção” conduziram todas as etapas, construindo um labirinto de propostas de ocupação do teatro, aqui entendido como um conjunto de lugares, como um laboratório permanente do olhar e da acção. Em “Intermitências” propusemos abordar a coreografia enquanto  trabalho físico, trabalho que implica a percepção, a repetição, a fabricação do imaginário, a possibilidade de  reposicionamento do observador face ao que lhe é apresentado.

    Co-edição: Circular Associação Cultural e Rivoli – Teatro Municipal do Porto
     

    Concepção e coordenação: Joclécio Azevedo | Textos: Joclécio Azevedo, Jérémy Pajeanc, Kubik (aka Victor Afonso) e Rita Castro Neves | Fotografias: José Caldeira | Design gráfico: lina&nando | Tradução: Olga Machado | Agradecimentos: Carlos Costa e Pedro Prazeres



  • Cuidados Intensivos


  • Cuidados Intensivos <br />
    Esta publicação resulta do programa Cuidados Intensivos, criado em Vila do Conde no âmbito do projecto Artista Residente da Circular Associação Cultural.

    As exposições do programa Cuidados Intensivos contaram com materiais gentilmente cedidos por: Andreas Dyrdal, António Júlio, Flávio Rodrigues, Joana Providência, Joclécio Azevedo, Miguel Pipa, Né Barros, Paulo Mendes, Pedro Augusto/Ghuna X, Rogério Nuno Costa, Susana Chiocca, Vera Santos e Victor Hugo Pontes.

    A segunda parte da publicação é dedicada à exposição Cuidados Intensivos – Tempo e Fricção, uma extensão do programa inicial que integrou a 9.ª edição do Circular Festival de Artes Performativas, numa colaboração com a Solar Galeria de Arte Cinemática. Foram apresentados novos trabalhos de Joclécio Azevedo, Paulo Mendes + Maria Trabulo, Rogério Nuno Costa, Susana Chiocca + António Lago e Pedro Augusto/Ghuna X.

    Participaram também nesta publicação, com reflexões sobre diferentes momentos do projeto, Cristina Grande, Helder Dias, Susana Medina e Rita Xavier Monteiro.

    Coordenação: Joclécio Azevedo | Produção e edição: Circular Associação Cultural | Local de edição: Vila do Conde | Ano de Edição: 2014 | Design gráfico: João Alves Marrucho | Tradução: Júlia Ferreira
  • CD Peixinho Patriarca Percussão por Drumming GP

  • CD <i>Peixinho Patriarca Percussão</i> por Drumming GP
    Jorge Peixinho, bebendo do alargamento das possibilidades sonoras e transformações de paradigmas que o séc. XX trouxe, deixou-nos preciosos exemplos da sua criatividade como as duas peças electroacústicas “Electronicolírica” e “A Floresta Sagrada”. No plano da percussão e no formato desenvolvido de ensemble, dedica somente uma obra no seu catálogo, “Morrer em Santiago”, envolta numa carga de ideologia política, com a honestidade de quem defende e assume o que pensa, dedicando a obra a Salvador Allende.
    “Empty Time/ Empty Space” de Eduardo Luís Patriarca surge como uma reflexão ao imaginário de Peixinho. Assume a instrumentação da obra correspondente, alterando no mínimo o conjunto instrumental. Reestruturam-se líricas, preocupações humanas e espirituais, num caminho de impermanência dos materiais e na vacuidade dos mesmos. — Eduardo Patriarca

    Direcção musical: Miquel Bernat | Co-edição: Drumming GP, Circular Festival de Artes Performativas | 2021

    1 Daniel Araújo, João Dias, João Miguel Braga Simões, Miquel Bernat, Pedro Oliveira, Rui Rodrigues, Saulo Giovannini: Percussão / Pedro Couto Soares: Flauta Doce e Cromorne / Miquel Bernat: Direcção | 3 André Dias, João Miguel Simões, Miquel Bernat, Pedro Góis, Pedro Oliveira, Rui Rodrigues: Percussão |
    Süse Ribeiro: gravação, edição, restauro das peças 13 e 15, mistura e masterização | Miquel Bernat: Direcção Artística e Edição | Miguel Carvalhais: Design


    Jorge Peixinho
    1 Morrer em Santiago (1973) para 6 percussionistas
    - Prelúdio
    - Troppo
    - Espiral
    - Interlúdio I
    - Elegía a la libertad perdida
    - Tombeau
    - Interlúdio II
    - Septiembre de Santiago
    - Ode
    - Interlúdio III
    - Tombeau de Pablo Neruda
    - Postludio

    Jorge Peixinho
    2 A Floresta Sagrada (1992) para electrónica

    Eduardo Luís Patriarca
    3 Empty time/Empty Space (2017) para 6 percussionistas

    Jorge Peixinho
    4 Electrónicolírica (1979) para electrónica

    Gravado a 5 de Março e 22 a 24 de Abril de 2021 no Café Teatro do Teatro do Campo Alegre, Porto.