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  • © José Caldeira / FIMP / TMP

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O Público e a Multidão de Joclécio Azevedo

Peças

9 Fev. (Sex.) 2024, 21:30
Teatro Municipal de Vila do Conde

5 € | 55´| M/12

Viver em sociedade implica a exposição a um jogo de olhares, numa mobilização permanente da atenção. Neste trabalho a palavra “Público” torna-se um objeto a ser dissecado e desdobrado através de vários ângulos de observação, seja enquanto ideia, materialidade, ficção ou função. O trabalho parte da reflexão em torno de modos de pensar o público, mas é também expandindo através de propostas de jogo, de questionamento de formas de organização, de controle e de relação entre estranhos que se encontram numa situação comum, como num espetáculo. O ato de endereçar a ação ou o discurso gera configurações do que pode ser um público. Que diferença existe entre público e audiência? Como é que alguém se torna membro de um público? De que forma a ideia de público se relaciona com o poder e com a autoridade? — Joclécio Azevedo

Direcção artística: Joclécio Azevedo | Cenografia: Paulo Mendes | Música: Pedro Augusto | Interpretação: Mafalda Banquart, Joclécio Azevedo e Pedro Augusto | Desenho e operação de luz: Miguel Carneiro | Apoio à criação do espectáculo: Teatro de Ferro | Coprodução: Circular Associação Cultural e Festival Internacional de Marionetas do Porto

Bilhetes e reservas:
— 5 € 
— Os bilhetes poderão ser adquiridos no Teatro Municipal de Vila do Conde e no site BOL (bilheteira online)
— As reservas poderão ser efectuadas no Teatro Municipal de Vila do Conde nas respectivas bilheteiras ou via telefone.
— As reservas deverão ser levantadas no local do espectáculo até 72 horas antes do início do mesmo.

Teatro Municipal de Vila do Conde
Av. Dr. João Canavarro, 4480-668 Vila do Conde
T: 252 290 050
Horário bilheteira: Terça a Sábado 10:30-12:30, 14:30-19:00 (em dias de espectáculo 20:30-23:30) | Domingo: 15:00-19:00




Joclécio Azevedo
, Brasil, 1969. Vive no Porto desde 1990. A sua prática artística desenvolve-se em torno da coreografia, curadoria, performance e pedagogia, à procura de diferentes princípios de colaboração. O seu trabalho tenta articular os diferentes papéis que a escrita pode assumir na prática artística, seja como gesto performativo, como modo de apropriação da realidade, como matéria visual ou instrumento de ativação e de registo da performance. Foi diretor artístico do Núcleo de Experimentação Coreográfica entre 2006 e 2011. É membro da direção plenária da GDA (Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas), desde 2008 e do Conselho de Curadores da Fundação GDA desde 2010. Artista residente da Circular Associação Cultural a partir de 2012 e coordenador do programa educativo da associação a partir de 2018. Atualmente frequenta o doutoramento em Arte Contemporânea do Colégio das Artes (Universidade de Coimbra).