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  • Protesto/M-Walk, 1970, Yvonne Rainer.
    Na primeira fila, esq. para dir.: Yvonne Rainer, Douglas Dunn e Sarah Rudner
    Cortesia de Getty Research Institute, Los Angeles

  • Bibi Dória em Nome de Filme © Ana Brigidah

  • © Ana Brigidah

Jornal Coreia #10 | Lista de distribuição e envio pelo correio

Lista de distribuição nacional e internacional: www.coreia.pt. |  Pedidos de envio pelo correio [aqui]


Lançamentos:
2 Março (Sáb) | 17:00 - O Espaço do Tempo, Montemor-o-Novo 
3 Março (Dom) | 16:00 - Centro de Estudos Cinematográficos da Associação Académica de Coimbra - Auditório Salgado Zenha. Linha de Fuga, Coimbra
4 Março (Seg) | 19:00 - Espaço Parasita, Lisboa
9 Março (Sáb) | 16:00 - Centro de Memória. Circular Associação Cultural, Vila do Conde 
[entrada livre]
Coreia é uma publicação de carácter experimental, crítico e discursivo a propósito das artes em geral, firmada numa relação umbilical com a dança. De tiragem semestral, o jornal pretende ser um fórum independente e internacionalista a partir de questões, obras e artistas, preocupado em divulgar formatos vários em língua portuguesa. 

Para o lançamento do Coreia #10, contamos com a apresentação do seu director editorial, e da performance Nome de Filme, de Bibi Dória. É uma performance de memória e relato de um filme de ficção do começo ao fim. O filme decorado é Copacabana Mon Amour, dirigido por Rogerio Sganzerla e filmado no Rio de Janeiro em 1970. Copacabana Mon Amour não foi lançado comercialmente devido à censura imposta pela ditadura militar. Os seus negativos originais foram restaurados em 2013 após avançado estado de deterioração e, actualmente, a sua cópia de preservação encontra-se na Cinemateca Brasileira, que no ano de 2021 foi incendiada. Situado no cruzamento entre a performance e o cinema, Nome de Filme propõe a experiência de assistir um filme onde a projecção é feita pela memória de quem o conta.

Ficha artística e técnica:

Coreia #10

Contribuição #10: Alaa Abu Asad, Alina Folini, Bibi Dória, Célio Dias, Filipa César & Sónia Vaz Borges, João Pedro Soares, Julián Pacomio, Marlene Monteiro Freitas, Raquel André, Tadáskía, Talles Lopes, Yvonne Rainer | Tradução: Joana Frazão, Pedro Cerejo, Pedro Morais | Revisão: Pedro Cerejo, Daniel Lühmann | Direcção Editorial: João dos Santos Martins | Editora Adjunta: Clara Amaral | Design Gráfico: Isabel Lucena | Colaboração Design Gráfico: Nuno Maio | Apoios no Lançamento: Centro de Memória de Vila do Conde, Espaço Parasita (Lisboa), Linha de Fuga (Coimbra), O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo) | Apoio na Distribuição: Camões — Instituto da Cooperação e da Língua | Co-produção e Distribuição: Associação Parasita, Circular Associação Cultural | Agradecimentos: Dina Mimi

Esta edição do Coreia é escrita em português do Brasil e de Portugal. A adopção do acordo ortográfico em vigor ficou ao critério de cada autor.

Nome de Filme
Criação e Performance: Bibi Dória | Colaborações Artísticas: Gabriela Giffoni, Leticia Skrycky e Maura Grimaldi | Design Gráfico: Maura Grimaldi | Fotografias: Aline Belfort e Ana Brigidah | Agradecimentos: Bruno Brandolino, Bruno Moreno, Carolina Canteli, Gisela Dória, Gustavo Vicente, Germinal Semillero, Juanqui Arévalo | Apoio à Criação: Forum Dança (PT), Piscina (PT), Publica (SP), Companhia Olga Roriz - Interferências (PT) e Laboratório Linha de Fuga (PT).
Imagem: Ana Brigidah




Biografias:

João dos Santos Martins
(Santarém, 1989). Tem articulado a sua prática entre a criação coreográfica, geralmente desenvolvida em processos colaborativos, e a interpretação em dança de trabalhos de artistas como Moriah Evans, Xavier Le Roy, Eszter Salamon e Ana Rita Teodoro, entre outros. O seu interesse pelas genealogias da história da dança, processos de transmissão e a aliança entre prática e discurso levou-o a criar, juntamente com Ana Bigotte Vieira, um dispositivo para o mapeamento coletivo da dança em Portugal — Para uma Timeline a Haver — e a fundar um jornal semestral — Coreia — dedicado a escritos de artistas e sobre as artes. Esporadicamente, faz curadoria.
parasita.eu/joao-dos-santos-martins

Bibi Dória (Mato Grosso do Sul, 1995) graduada em Dança pela UNICAMP (BR). Trabalha na intersecção entre a dança, a performance e o cinema. Reside em Lisboa (PT) desde 2018 onde desenvolve seus projetos autorais e colabora enquanto performer, assistente e dramaturga junto a vários artistas. Entre eles, Bruno Brandolino (UY), com quem divide a performance e criação da obra LA BURLA(2022). Seus trabalhos permeiam temas relacionados à memória, arquivo, ficção e imaginação.
gbidn.com

Clara Amaral (Fundão), trabalha com texto e performance. Partindo de uma prática artística interdisciplinar, o seu trabalho tenta expandir modos, já existentes, de leitura, escrita e publicação. Central na sua prática artística é a investigação de modalidades de publicação e o aspecto performativo da escrita e da linguagem. Licenciou-se na SNDO (Amesterdão) em 2013 e concluiu o seu mestrado no Dutch Art Institute (Amesterdão) em 2019. Em 2021/2022 recebeu a bolsa Kunstenaar Start do Mondriaan Funds. O seu projecto “She gave it to me I got it from her” foi apoiado pela bolsa para Publicações do Mondriaan Funds.  Desde outubro de 2022 faz parte da equipa editorial do jornal Coreia.  Os seus trabalhos foram apresentados nos Países Baixos, Portugal, Espanha, Bélgica, Suíça, Suécia, Áustria, França e Noruega. Clara Amaral é representada pela Galeria Ellen De Bruijne PROJECTS em Amesterdão.

 

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