Mascarades
Betty Tchomanga (FR)
Dança
Auditório Municipal de Vila do Conde17 Set (Sáb) | 22:30
Estreia Nacional
M/12 | duração aprox. 45 min. | 5 € | bilhete combinado (permite acesso ao espectáculo de Katerina Andreou)
Estreia Nacional
M/12 | duração aprox. 45 min. | 5 € | bilhete combinado (permite acesso ao espectáculo de Katerina Andreou)
Mami Wata é uma deusa da água, uma figura das profundezas da noite, do poder e da sexualidade. Uma sereia encalhada que encara as pessoas que a observam. Ela salta. O salto que passa por ela é um salto vertical, um salto normal. A palavra em latim que corresponde a “dançar” é “saltare”, de "saltus", "o salto". Criar dança a partir de saltos como forma de persistência de um gesto antigo – talvez universal ? – um movimento das profundezas de um ser humano. O salto como uma metáfora do desejo, uma busca por prazer. Um desejo de prazer. Um desejo por outro, um desejo por um outro, pelo que não temos, pelo que não somos.
Saltar para exultar. Saltar para expelir. Saltar para suportar. Saltar para resistir. Saltar para alcançar. Saltar para se tornar. Saltar para morrer. Saltar para existir.
Músicas
16th Step - DJ Lag | Libérez la bête - Casey | Horses in the sky - A Silver Mt. Zion
Criação e performance: Betty Tchomanga | Desenho de luz: Eduardo Abdala | Desenho de som: Stéphane Monteiro | Olhar externo: Dalila Khatir e Emma Tricard | Consultor vocal: Dalila Khatir | Direcção de produção: Marion Cachan | Agradecimento especial: Marlene Monteiro Freitas, Gaël Sesboüé e Vincent Blouch | Produção: Lola Gatt Production | Com o apoio de: Endowment Fund of Quartz, national scene of Brest | Parceiros: Le Pacifique - CDCN of Grenoble, L'Atelier de Paris CDCN, La Gare - Fabrique des Arts en mouvement in Relecq- Kerhuon, Festival La Bécquée - Un soir à l'Ouest, le Cabaret Vauban - Brest | Patrocínio: SARL SICC Saint-André-de-Cubzac
Projecto com apoio à criação do Município de Brest e Ministry of Culture - DRAC of Brittany.
A Lola Gatt association tem o apoio da Brittany region.
Estreia: Março 2020, Festival Artdanthé, Vanves, França
www.lola-gatt.com | aoza-production.com
Betty Tchomanga nasceu em 1989 na região francesa de Charente-Maritime. O pai é camaronês e a mãe é francesa. Aos 9 anos, teve as primeiras aulas de dança jazz moderna e ballet. De 2004 a 2006, estudou no Conservatório de Bordéus, bem como com Alain Gonotey da Companhia Lullaby. Em 2007, focou-se particularmente na dança contemporânea e integrou o curso para coreógrafos no Centro Nacional de Dança Contemporânea em Angers (CNDC), supervisionado por Emmanuelle Huynh.
Ao mesmo tempo, manteve o estudos literários na Universidade Sorbonne Nouvelle - Paris 3 até 2014, onde concluiu o mestrado em Literatura Moderna.
Terminou os cursos do CNDC de Angers em 2009 e, ao mesmo tempo, começou a carreira de intérprete com Emmanuelle Huynh (“Cribles, Augures”) e Alain Buffard (“Tout va bien”). Depois, multiplicou a sua experiência enquanto intérprete trabalhando com coreógrafos com várias estéticas: Raphaëlle Delaunay (“Bitter Sugar”), Fanny de Chaillé (“Passage à l'acte”), Gaël Sesboüé (“Grammes”), Éléonore Didier (“Moi, mes copines, à l'instant où ça s'arrête”), Anne Collod (“Le parlement des Invisibles”), Herman Diephuis (“Clan; Mix”), Nina Santès (“Hymen Hymne”).
No entanto, essa experiência é influenciada principalmente pelo encontro e colaboração com Marlene Monteiro Freitas. Começaram a colaborar em 2014 e ainda mantêm essa colaboração (“D'ivoire et chair — les statues sufrent aussi”; “Bacchantes — prélude pour une purge”). Ao mesmo tempo, outras experiências artísticas continuaram a nutrir a sua prática enquanto intérprete. Em particular, destaca-se a colaboração com o artista plástico Alex Ceccetti e também o seu papel principal em “Secteur IX B”, um filme de Mathieu K. Abonnenc que o realizador apresentou na Bienal de Veneza em 2015.
Desde a conclusão dos seus estudos no CNDC em Angers em 2009, nunca dissociou a prática do artista da do criador. Esta última tomará diferentes formas: em 2012 criei “–A– ou il a sûrement peur de l'eau le poisson” em colaboração com o músico Romain Mercier; depois, em 2013, desenvolveu um espetáculo in loco chamado “Le Rivage”, em colaboração com Oriane Déchery e Jérôme Andrieu.
Em 2016, integrou a Associação Lola Gatt Produções Coreográficas, com sede em Brest, como coreógrafa associada, juntamente com Gaël Sesboüé e Marie-Laure Caradec. No mesmo ano, coreografou e dirigiu uma peça para três artistas chamada “Madame”. Em 2020, desenvolveu o projecto a solo “Mascarades”, enquanto coreógrafa e intérprete.
Saltar para exultar. Saltar para expelir. Saltar para suportar. Saltar para resistir. Saltar para alcançar. Saltar para se tornar. Saltar para morrer. Saltar para existir.
Músicas
16th Step - DJ Lag | Libérez la bête - Casey | Horses in the sky - A Silver Mt. Zion
Criação e performance: Betty Tchomanga | Desenho de luz: Eduardo Abdala | Desenho de som: Stéphane Monteiro | Olhar externo: Dalila Khatir e Emma Tricard | Consultor vocal: Dalila Khatir | Direcção de produção: Marion Cachan | Agradecimento especial: Marlene Monteiro Freitas, Gaël Sesboüé e Vincent Blouch | Produção: Lola Gatt Production | Com o apoio de: Endowment Fund of Quartz, national scene of Brest | Parceiros: Le Pacifique - CDCN of Grenoble, L'Atelier de Paris CDCN, La Gare - Fabrique des Arts en mouvement in Relecq- Kerhuon, Festival La Bécquée - Un soir à l'Ouest, le Cabaret Vauban - Brest | Patrocínio: SARL SICC Saint-André-de-Cubzac
Projecto com apoio à criação do Município de Brest e Ministry of Culture - DRAC of Brittany.
A Lola Gatt association tem o apoio da Brittany region.
Estreia: Março 2020, Festival Artdanthé, Vanves, França
www.lola-gatt.com | aoza-production.com
Betty Tchomanga nasceu em 1989 na região francesa de Charente-Maritime. O pai é camaronês e a mãe é francesa. Aos 9 anos, teve as primeiras aulas de dança jazz moderna e ballet. De 2004 a 2006, estudou no Conservatório de Bordéus, bem como com Alain Gonotey da Companhia Lullaby. Em 2007, focou-se particularmente na dança contemporânea e integrou o curso para coreógrafos no Centro Nacional de Dança Contemporânea em Angers (CNDC), supervisionado por Emmanuelle Huynh.
Ao mesmo tempo, manteve o estudos literários na Universidade Sorbonne Nouvelle - Paris 3 até 2014, onde concluiu o mestrado em Literatura Moderna.
Terminou os cursos do CNDC de Angers em 2009 e, ao mesmo tempo, começou a carreira de intérprete com Emmanuelle Huynh (“Cribles, Augures”) e Alain Buffard (“Tout va bien”). Depois, multiplicou a sua experiência enquanto intérprete trabalhando com coreógrafos com várias estéticas: Raphaëlle Delaunay (“Bitter Sugar”), Fanny de Chaillé (“Passage à l'acte”), Gaël Sesboüé (“Grammes”), Éléonore Didier (“Moi, mes copines, à l'instant où ça s'arrête”), Anne Collod (“Le parlement des Invisibles”), Herman Diephuis (“Clan; Mix”), Nina Santès (“Hymen Hymne”).
No entanto, essa experiência é influenciada principalmente pelo encontro e colaboração com Marlene Monteiro Freitas. Começaram a colaborar em 2014 e ainda mantêm essa colaboração (“D'ivoire et chair — les statues sufrent aussi”; “Bacchantes — prélude pour une purge”). Ao mesmo tempo, outras experiências artísticas continuaram a nutrir a sua prática enquanto intérprete. Em particular, destaca-se a colaboração com o artista plástico Alex Ceccetti e também o seu papel principal em “Secteur IX B”, um filme de Mathieu K. Abonnenc que o realizador apresentou na Bienal de Veneza em 2015.
Desde a conclusão dos seus estudos no CNDC em Angers em 2009, nunca dissociou a prática do artista da do criador. Esta última tomará diferentes formas: em 2012 criei “–A– ou il a sûrement peur de l'eau le poisson” em colaboração com o músico Romain Mercier; depois, em 2013, desenvolveu um espetáculo in loco chamado “Le Rivage”, em colaboração com Oriane Déchery e Jérôme Andrieu.
Em 2016, integrou a Associação Lola Gatt Produções Coreográficas, com sede em Brest, como coreógrafa associada, juntamente com Gaël Sesboüé e Marie-Laure Caradec. No mesmo ano, coreografou e dirigiu uma peça para três artistas chamada “Madame”. Em 2020, desenvolveu o projecto a solo “Mascarades”, enquanto coreógrafa e intérprete.