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285 / 2026 |
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| © Susana Neves |
O 22.º Circular Festival de Artes Performativas terminou no passado dia 26 de Setembro, depois de vários dias de dança, performance, música e artes visuais.
Ao longo desta edição, o festival foi um lugar de encontro entre artistas, públicos e diferentes práticas, abrindo espaço à partilha, à experimentação e a novas formas de olhar o presente.
Obrigada a todas as pessoas que fizeram parte desta edição – públicos, artistas, equipas, parceiros e cúmplices.
O Circular regressa em 2027. Até já! ⚡
As exposições 'Raw Rhythms', Cecilia Bengolea, e 'There Will Come Soft Rains', de Sarah Brahim/projecto CAVE, podem ser visitadas até 7 de Novembro na Solar Galeria.
Ver vídeo no YouTube
Vídeo-resumo
[© Francisca Dores]
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| © Mihail Novakov |
| [Jornal Coreia #15] Lançamento e Performance Dance Becomes Her (2022) de Lilian Steiner | 17 OUT 16:00 Teatro Municipal de Vila do Conde |
15 Out. (Qui), 19:00 | Casa da Escrita, Linha de Fuga, Coimbra
16 Out. (Sex.), 18:30 | Campus Paulo Cunha e Silva, Porto
17 Out. (Sáb.), 16:00 | Teatro Municipal de Vila do Conde, Circular, Vila do Conde
18 Out. (Dom.), 15:00 | Espaço Parasita, Lisboa
Entrada livre
Coreia é uma publicação fundada em 2019 de carácter experimental, crítico e discursivo a propósito das artes em geral, firmada numa relação umbilical com a dança. A apresentação do número #15 é acompanhada pela performance Dance Becomes Her, de Lilian Steiner.
No Coreia #15, criamos tempo e espaço para pensar em conjunto. Marijana Cvetković leva-nos aos plenários do movimento estudantil sérvio. A inteligência colectiva é uma prática e a revolta pode ser um gesto suave de construir um lugar, segundo Tender Riot. Colocamos palavras na conversa, com matéria leve, uma fogueira onde nos aquecemos. Já é hora, já vai tarde, diz-nos VALIE EXPORT: a voz forma-se como princípio e as estrofes estão também em revolução. Connor Scott conversa com João Penalva sobre os seus vários começos, e, com Wura Moraes, continuamos os nossos sonhos ancestrais de memória e reparação. Pensamos a impunidade em tempos de genocídio com Brenna Bhandar. A pesar, apesar de, Ana Bigotte relembra, se tivermos memória somos fortes e não volta a acontecer. Malcolm-x Betts, nem sempre é doce, nem sempre é azedo. Estamos todos nisto e, para Lilian Steiner, estas palavras foram feitas para dançar.
Contribuições #15: Ana Bigotte Vieira, Ana Rita Xavier, Brenna Bhandar, Connor James Scott, João Penalva, Lilian Steiner, Marijana Cvetković, Malcolm-x Betts, Matéria Leve, VALIE EXPORT, Wura Moraes
Direcção Editorial: João dos Santos Martins | Editora Executiva: Ana Riscado | Design Gráfico: Isabel Lucena, Ana Luísa Bouza | Tradução: Ana Riscado, Joana Braga, Pedro Morais | Revisão: Daniel Lühmann, Pedro Cerejo | Produção: Maria Monteiro | Co-produção: Associação Parasita, Circular Associação Cultural | Administração: Catalina Lescano, Helena Baronet (Parasita) e Sofia Reis (Circular) | Apoio aos Lançamentos: CAMPUS PCS (Porto), Circular (Vila do Conde), Espaço Parasita (Lisboa), Linha de Fuga (Coimbra) | Apoio à Distribuição: Camões — Instituto da Cooperação e da Língua | Agradecimentos: VALIE EXPORT STIFTUNG

The Australian Ballet
Dance Becomes Her (2022) é uma conferência-performance que aborda as formas como a dança e o conhecimento incorporado são partilhados entre corpos e neles arquivados ao longo do tempo. Linguagem e movimento colidem, misturam-se e escorregam entre si ajudando a articular e a demonstrar o assunto em questão, algo que, isoladamente, estas expressões não conseguiriam alcançar.
“O corpo que dança não cresce sozinho. Alimenta-se daqueles que o rodeiam, consciente e inconscientemente, num momento preciso no tempo e ao longo de uma duração expandida. Tanto através da linguagem como para além dela, as aprendizagens acumulam-se no corpo, nos espaços que ocupa e no arquivo da memória.
… e o corpo que dança é uma ferramenta adquirida pela própria Dança. A Dança veste-nos, como um figurino.”
— Lilian Steiner
Lilian Steiner é uma bailarina e coreógrafa australiana, actualmente residente em Estocolmo. A sua prática valoriza a profunda inteligência do corpo e a sua capacidade única de revelar e comentar as complexidades da experiência incorporada. O trabalho coreográfico de Lilian abrange produções para palco, performances em galerias e instalações, obras em vídeo e DJ sets ao vivo.
O seu trabalho foi apresentado em diversos contextos na Austrália, Suécia, Bulgária, França, Letónia, Suíça, Itália, Reino Unido, Espanha e Hong Kong.
Entre 2010 e 2023, Lilian dançou na companhia Lucy Guerin Inc., em Melbourne, colaborando com os coreógrafos Phillip Adams, Melanie Lane, Shelley Lasica e Brooke Stamp. Desde 2023, Lilian é bailarina da companhia Cullberg, sedeada em Estocolmo, tendo trabalhado com os coreógrafos Faye Driscoll, Ligia Lewis, Alexandra Bachzetsis, Renan Martins, Hooman Sharifi, Halla Ólafsdóttir e Alma Söderberg.
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Estrutura
Financiada por

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